CONTRIBUIÇÕES DA ETNOZOOLOGIA PARA A CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE

Jaciara Raquel Barbosa de Lima, Roberto Remígio Florêncio, Carlos Alberto Batista dos Santos

Resumo


O uso da fauna vem se perpetuando ao longo da história da humanidade, e nas sociedades contemporâneas, animais silvestres vêm sendo utilizados para diversas finalidades, desde alimentação, atividades culturais, comércio, subprodutos no vestuário, ferramentas além da zooterapia e da utilização como elementos mágico-religiosos. Essa diversidade de usos dos animais pelas populações humanas, aliado a outros fatores, tem levado muitas espécies de animais a risco de extinção. Um dos grandes desafios enfrentados atualmente pelos ambientalistas e gestores do meio ambiente é conciliar a conservação dos recursos naturais com as necessidades das populações locais que muitas vezes dependem diretamente desses recursos para sua sobrevivência. Neste sentido os estudos etnozoológicos tornam-se um importante instrumento para manejo dos recursos faunísticos, uma vez que o conhecimento da forma de uso dos animais pelas populações ajuda a determinar quais as espécies que mais sofrem pressão de uso e comércio de animais, contribuindo dessa forma para elaboração de estratégias de conservação e uso sustentável da fauna, levando em consideração não apenas a diversidade biológica mais também a diversidade cultural e necessidade de sobrevivência das populações locais. Como alternativa aos modelos vigentes de conservação, a criação de grupos de pesquisadores interdisciplinares, buscando contribuições em outras áreas para promover estudos que venham estabelecer ligação entre os estudos etnozoológicos e os estudos conservacionistas, subsidiando assim a elaboração de propostas de uso sustentável da fauna silvestre.


Texto completo:

PDF

Referências


Altrichter, M. 2005. The sustainability of subsistence hunting of peccaries in the Argentine Chaco. Biological Conservation 126: 351-362.

Alvard, M. S. et al., 1997. The Sustainability of Subsistence Hunting in the Neotropics. Conservation Biology 11 (4): 977-982.

Alves, R. R. N. & Nishida, A. K. 2002. A ecdise do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (Crustacea, Decapoda, Brachyura) na visão dos caranguejeiros. Caracas: Interciencia 27 (3): 110-117.

Alves, R. R. N. & Rosa, I. 2006. From cnidarians to mammals: the use of animals as remedies in fishing communities in NE Brazil. New York: Journal of Ethnopharmacology 07: 259-276.

____________. 2007. Zootherapeutic practices amongfishing communities in North and Northeast Brazil: A comparison. New York: Journal of Ethnopharmacology 111 (1): 82-103.

Alves, R. R. N. & Pereira Filho, G. A. 2007. Commercialization and use of snakes in North and Northeastern Brazil: implications for conservation and management. New York: Biodiversity Conservation 16: 969–985.

Alves R. R. N. 2008. Animal-based remedies as complementary medicine in Brazil. Switzerland: Forsch Komplementmed 15: 226–227.

Alves, R. R. N. et al. 2008. Aspectos sócio-econômicos do comércio de plantas e animais medicinais em área metropolitanas do Norte e Nordeste do Brasil. Campina Grande: Revista de Biologia e Ciências da Terra 8 (1): 181-189.

Alves, R. R. N. et al. 2009. Hunting strategies used in the semi-arid region of northeastern Brazil. London: Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine 5 (12): 1-50.

Alves, R. R. N. & Dias, T. L. P. 2010. Usos de invertebrados na medicina popular no Brasil e suas implicações para conservação. Madagascar: Journal Tropical Conservation Science 3 (2): 159-174.

Alves, R. R. N. & Souto, W. M. S. 2010. Etnozoologia: conceitos, considerações históricas e importância. In: Alves, R. R. N.; Souto, W. M. S.; Mourão, J. S. (Ed.). A Etnozoologia no Brasil: Importância, Status atual e Perspectivas. Recife: NUPEEA, v. 7, p. 19-40.

Alves, R. R. N.; Souto, W. M. S.; Mourão, J. S. 2010. A Etnozoologia no Brasil: Importância, Status atual e Perspectivas (Estudos & Avanços). 1. ed. Recife: NUPEEA, 550 p.

Alves, R. R. N. & Souto, W. M. S. 2011. Ethnozoology in Brazil: current status and perspectives. London: Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine 7 (22): 1-18.

Alves, R. R.N. et al. 2011a. Animal-Based Remedies as Complementary Medicines in the Semi-Arid Region of Northeastern Brazil. New York: Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine 2011: 1-15.

Alves, R. R. N. & Albuquerque, U. P. 2012. Why do we need a new journal? Recife: Ethnobiology and Conservation 1: 1-3.

Alves, R. R. N. et al. 2012a. A zoological catalogue of hunted reptiles in the semiarid region of Brazil. London: Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine N (27).

Alves R. R. N. et al. 2012b. A review on human attitudes towards reptiles in Brazil. New York: Environmental Monitoring and Assessment 184: 6877-6901.

Alves, R. R. N. 2012. Relationships between fauna and people and the role of ethnozoology in animal conservation. Recife: Etnobiology and Conservation 1: 1-69.

Albuquerque, U. P. et al. 2012. Natural Products from Ethnodirected Studies: Revisiting the Ethnobiology of the Zombie Poison. New York: Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine volume 2012: 1-19.

Amorozo, M. C. de M. & Gély, A. 1988. Uso de plantas medicinais por caboclos do Baixo Amazonas, Barcarena, Pará, Brasil. Belém: Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, série Botânica 4 (1): 47-131.

Andrade, J. & Costa Neto, E. M. 2006. O comércio de produtos zooterápicos na cidade de Feira de Santana, Bahia, Brasil. Feira de Santana: Sitientibus Série Ciências Biológicas 6: 37-43.

Arruda, R. 1999. “Populações tradicionais” e a proteção dos recursos naturais em unidades de conservação. Ambiente & Sociedade 5: 79-92.

Bacelar, D. F. & Silva, A. P. F. 2008. O bom selvagem e o preservacionista genocida: mitos e conflitos na utilização e conservação da biodiversidade brasileira por populações não-industriais. Taubaté: Biociências 14 (2): 144-151.

Branco, S. M. 1999. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 202p.

Bergamasco, S. M. P. P. & Antuniassi, M. H. R. 1998.Ecodesenvolvimento e agricultura: comentando o pensamento de Ignacy Sachs. In: Vieira, P. F.; Ribeiro, M. A.; Franco, R. M. & Cordeiro, R. C. (orgs.). Desenvolvimento e meio ambiente no Brasil: a contribuição de Ignacy Sachs. Porto Alegre: Pallottiq APED, p. 273-284.

Beltrão, J. F. & Guerra, G. A. D. 2003. De antas e outros bichos: expressão do conhecimento nativo. Textos do NEAF – Núcleo de Estudos Integrados sobre Agricultura Familiar, Belém, n.1.

Begossi, A. 1993. .Ecologia humana: um enfoque das relações homem-ambiente. Caracas: Interciencia 18 (3): 121-131.

Bodmer, R. E. & Robinson, J. G. 2004. Evaluating the sustainability of hunting in the neotropics. In: Silvius, K. M.; Bodmer, R. E.; Fragoso, J. M. V. (Ed.). People in nature: wildlife conservation in South and Central America. New York: Columbia University Press, p. 299-323.

Bodmer, E. R. & Pezo, E. 1999. Análisis Económico del uso de la fauna silvestre en la Amazonía Peruana. In: Fang, T; Montenegro, O; Bodmer, E.R. (ed.). Uso y conservación de fauna silvestre en América Latina. La Paz: Editorial Instituto de Ecología, p.171-182.

Campos, M. D. 1994. Fazer o tempo e o tempo do fazer: ritmos em concorrência entre o ser humano e a natureza. Silveira Martins: Ciência e Ambiente 8: 7-33.

Chiarello, A. G. 2000. Density and population size of mammals in remnants of Brazilian Atlantic Forest. Conservation Biology 14: 1649-1657.

Costa Neto, E. M. 1998. O significado dos Orthoptera (Arthropoda, Insecta) no estado de Alagoas. Feira de Santana: Sitientibus Série Ciências Biológicas 18: 9-17.

__________. 1999. “Barata é um santo remédio”: introdução à zooterapia popular no estado da Bahia. Feira de Santana: UEFS; 103p.

__________. 2000. Conhecimento e usos tradicionais de recursos faunísticos por uma comunidade afro-brasileira. Resultados preliminares. Caracas: Interciencia 25 (9): 423-431.

__________. 2002. A utilização ritual de insetos em diferentes contextos socioculturais. Feira de Santana: Sitientibus Série Ciências Biológicas 2 (12): 97-103.

__________. 2009. A zooterapia popular no Estado da Bahia: registro de novas espécies animais utilizadas como recursos medicinais. Rio de Janeiro: Ciência & Saúde Coletiva 1: 1-2.

Coutinho, H. D. M. et al. 2009. Termite usage associated with antibiotic therapy: enhancement of aminoglycoside antibiotic activity by natural products of Nasutitermes corniger (Motschulsky 1855). New York: Evidence- Based Complementary and Alternative Medicine 9 (35(): 1-4.

Conselho Nacional De Saúde, CONAMA, 2012. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf. Acesso em 17 de dezembro de 2014.

Brasil, 2007. Decreto nº 6.040, de 7 de fevereiro de 2007. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6040.htm. Acesso em 17 de dezembro de 2014.

Diegues, A. C. & Arruda, R. S. V. 2007. Saberes Tradicionais e biodiversidade no Brasil. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 176 p.

Diegues, A. C. 2000. Etnoconservação: novos rumos para a proteção da natureza nos trópicos. São Paulo: Hucitec/NUPAUB, 290p.

Diegues A. C. S. 1996. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: HUCITEC. 169p.

Drew, J. A. 2005. Use of Traditional Ecological Knowledge in Marine Conservation. Malden USA: Conservation Biology 19: 1286-1293.

Ellen, R. 1997. Indigenous knowledge of the rainforest: perception, extraction and conservation. Disponível em: http://www.lucy.ukc.ac uk/Rainforest/ malon.htm. acesso em: abril 2014.

Fernandes-Ferreira, H. et al., 2012. Hunting, use and conservation of birds in Northeast Brazil. Biodiversity and Conservation 21: 221-244.

Ferreira, F. S. et al. 2012. The Trade in Medicinal Animals in Northeastern Brazil. New York: Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine volume 2012: 1-20.

Hanazaki, N. 2002. Conhecimento caiçara para o manejo de recursos naturais. In: Albuquerque, U. P. et. al. (orgs.). Atualidade em etnobiologia e etnoecologia. Recife: Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia, p. 17-25.

Haverroth, M. 1997. Etnobotânica: uma revisão teórica, Antropologia em Primeira Mão 20, UFSC, Florianópolis. Disponível em: http://www.cfh.ufsc.br/-nessi/page4.html, acesso em abril de 2014.

Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, IBAMA. 2007. Instrução normativa nº 154 de 01 de março de 2007. Disponível em: http://www.icmbio.gov.br/sisbio/images/stories/instrucoes_normativas/IN_154_coleta.pdf. Acesso em 17 de dezembro de 2014.

Léo Neto, N. A.; Brooks, S. E.; Alves, R. R. N. 2009. From Eshu to Obatala: animals used in sacrificial rituals at Candomblé "terreiros" in Brazil. London: Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine 5 (23): 1-10.

Leo Neto, N. A. et al., 2012. Mollusks of Candomble: symbolic and ritualistic importance. London: Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine 8 (10): 1-10.

Lima, J. R. B. & Santos, C. A. B. 2010.Recursos animais utilizados na medicina tradicional dos índios Pankararu no nordeste do Estado de Pernambuco, Brasil. México: Etnobiología 8: 39-50.

Marques J. G. W. 1995. Pescando pescadores: etnoecologia abrangente no baixo São Francisco alagoano. 1 ed. São Paulo: NUPAUB-USP. 258p.

Marques, J. G. W. 2002. O olhar (des) multiplicado. O papel da interdisciplinaridade e do qualitativo na pesquisa etnobiológica e etnoecológica. In: Amorozo, M. C. M.; Ming, L. C.; Silva. S. M. P. (Org.). Métodos de coleta e análise de dados em etnobiologia, etnoecologia e disciplinas correlatas. Rio Claro: UNESP/CNPq, p.31-46.

Martin, G. J. 1995. Ethnobotany, a methods manual. London: Chapman & Hall, 268p.

Ming. L. C. 1997. O reconhecimento do papel das populações tradicionais no melhoramento e conservação de espécies vegetais. Vitória da Conquista: Horticultura Brasileira 15: 145-148.

Mena, P. et al., 2000. The Sustainability of Current Hunting Practices by Huaorani. In: Robinson, J. & Bennett, E. (eds.), Hunting for sustainability in Tropical Forest. New York, Columbia University, p.57-78.

Ministério do Meio Ambiente. 1992. Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/sdi/ea/documentos/convs/decl_rio92.pdf. Acesso em 17 de dezembro de 2014.

Moura, F. B. P.; Marques, J. G. W. 2007. Conhecimento de pescadores tradicionais sobre a dinâmica espaço-temporal de recursos naturais na Chapada Diamantina, Bahia. Biota Neotropica Portuguesa 7: 001-008.

____________. 2008. Zooterapia popular na Chapada Diamantina: uma medicina incidental? Ciência & Saúde Coletiva 13: 2179-2188.

Mourão, J. S. & Nordi, N. 2002. Principais Critérios Utilizados por pescadores Artesanais na Taxonomia Folk dos Peixes do Estuário do Rio Mamaguape, Paraíba-Brasil. Caracas: Interciência 7 (11):607-612.

Ojasti, J. 2000. Manejo de Fauna Silvestre Neotropical. Instituto de Zoologia Tropical Universidad Central de Venezuela Caracas, Venezuela. Dallmeier F. (ed) Smithsonian Institution, Washington, D.C. 304p.

Peres, C. A. 1996. Population status of white-lipped Tayassu pecari and collared peccaries T-tajacu in hunted and unhunted Amazonian forests. Biological Conservation 77 (2/3): 115-123.

Peres, C. A. 2000. Effects of subsistence hunting on vertebrate community structure in Amazonian forests. Conservation Biology 14: 240–253,

Peres, C. A. 1997. Evaluating the Sustainability of Subsistence Hunting in Tropical Forests. Centre for Social and Economic Research on the Global Environment University of East Anglia and University College London and School of Environmental Sciences

University and East Anglia.

Peres, C. A. & Palacios, E. 2007.Basin-wide effects of game harvest on vertebrate population densities in Amazonian forests: Implications for animal-mediated seed dispersal. Biotropica, Washington, v. 39, n. 3, p. 304-315,

Peres, C. A.; Nascimento, H. S. 2006. Impact of game hunting by the Kayapo´ of

south-eastern Amazonia: implications for wildlife conservation in tropical forest indigenous reserves. Biodiversity and Conservation 15: 2627–2653.

Pinheiro, C. U. B. & Monteles, R. 2007. Plantas medicinais em um quilombo maranhense: uma perspectiva etnobotânica. Campina Grande: Revista de Biologia e Ciências da Terra 7 (2): 38-48.

Posey, D. A. 1987. Temas e inquirições em etnoentomologia: algumas sugestões quanto à geração de hipóteses. Belém: Boletim Museu Paraense Emilio Göeldi 3 (2): 99-134.

Redford, K. H. 1997. A floresta vazia. In: Valladares-Padua, C., Bodmer, R.E., Cullen Jr. L. (Ed.) Manejo e Conservação de Vida Silvestre no Brasil. Brasília: MCT-Cnpq/Sociedade Civil Mamirauá, pp.1-22.

Redford, K. H. & Robinson, J. G. 1987. The Game of Choice: Patterns of Indian and Colonist Hunting in the Neotropics. American Anthropologist 89 (3): 650-667.

Rêgo J. F. 1999. Amazônia: do extrativismo ao neo extrativismo. Rio de Janeiro: Ciência Hoje 25 (147): 62-65.

Robinson, J. G. & Bennett, E. L. 2004. Having your wildlife and eating it too: an analysis of hunting sustainability across tropical ecosystems. Animal Conservation 7 (4): 397-408.

Schober, J. 2002. Notícias do Brasil - Caatinga: preservação e uso racional do único bioma exclusivamente nacional. São Paulo: Ciência e Cultura 54,(2): 6-7.

Sallenave, J. 1994. Giving traditional ecological knowledge its rightful place in environmental impact assesssment. Northern Perspectives 22 (1): 16-18.

Santilli, J. F. R. 2002. Biodiversidade e conhecimentos tradicionais associados: novos avanços e impasses na criação de regimes legais de proteção. Brasília: Revista da Fundação Escola Superior Ministério Público Distrito Federal Territorial 20: 50-74.

Santos-Fita, D. & Costa Neto, E. M. 2007.As interações entre os seres humanos e os animais: a contribuição da etnozoologia. Florionópolis: Biotemas 20: 99-110.

Souto et al. 2011. Medicinal animals used in ethnoveterinary practices of the 'Cariri Paraibano', NE Brazil. London: Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine 7 (30): 1-19.

Speth, J. C.; Holdgate, M. W. & Tolba, M. K. 1992. A Estratégia Global da Biodiversidade: Diretrizes de ação para estudar, salvar e usar de maneira sustentável e justa a riqueza biótica da terra. Rio de Janeiro: WRI/UICN/PNUMA. 232p.

Thiollay, J. 2005. Effects of hunting on guianan forest game birds. Biodiversity and Conservation 14: 1121-1135.

Thoisy, B.; Renoux, F. & Juliot, C. 2005. Hunting in northern French Guiana and its impacts on primate communities. Oryx 39: 149-157.

Torres, D. F. et al. 2009. Etnobotânica e Etnozoologia em Unidades de Conservação: Uso da Biodiversidade na APA de Genipabu, Rio Grande do Norte, Brasil. Caracas: Interciências 34 (9): 623-629.

Trinca, C. T. & Ferrari, S. F. 2006. Caça em assentamento rural na amazônia matogrossense. In: Jacobi, P.; Ferreira, L. C. (org.). Diálogos em ambiente e sociedade no Brasil. Indaiatuba: ANPPAS, Annablume, p. 155-167.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.


 Base de Indexadores: