Anãnsi - Revista de Filosofia é um periódico mantido pelo Curso de Filosofia do Departamento de Educação do Campus I da Universidade do Estado da Bahia com a finalidade de promover um espaço para publicação de qualificados trabalhos de Filosofia na forma de artigos, ensaios, traduções, dossiês e resenhas de livros ou filmes. A proposta de Anãnsi é ser uma revista que reforce a pluralidade do pensamento filosófico e suas diversas legitimidades. O nome Anãnsi é uma homenagem ao herói africano homônimo, tido como o responsável por trazer as histórias para o mundo. 

 

Notícias

Anãnsi: Revista de Filosofia - Um ano de existência

2021-05-23

Em um sábado de março de 2020, um graduando entusiasmado e um professor universitário de sólida carreira decidiram apostar em algo: um periódico de Filosofia que estivesse aberto a “pensar novas formas de pensar a atividade do pensar". Criar não apenas um veículo de comunicação para valiosos trabalhos acadêmicos, mas também abrir um espaço tanto para compartilhar ideias relevantes a nossa contemporaneidade, quanto para inspirar pensamentos para a construção do futuro. E recentemente completamos um ano de projeto.

Saiba mais sobre Anãnsi: Revista de Filosofia - Um ano de existência

Edição Atual

v. 1 n. 2 (2020): Trabalhos de Filosofia Geral II

Nos artigos desta edição encontramos discussões sobre Fanon, Foucault, Mbembe, Rousseau, Bruno Latour, Sheila Jeffreys e Axel Honneth. Os ensaios discorrem sobre temas como descolonialidade e arte no sul global, existência e loucura no filme Coringa (2019) e uma introdução à filosofia de Nicolai Hartmann junto a tradução inédita de seu texto Como é possível uma ontologia crítica? Contamos também com as traduções de “As tradições das Ciências” de Alfred Whitehead, o discurso de Toni Morrison ao Nobel de Literatura e o debate de Bernays e Lundberg sobre propaganda e democracia e encerramos a edição com uma resenha de Pele Negra, máscaras brancas (2020). O editorial desta edição comenta sobre as reduções de recursos e cortes no financiamento de pesquisas para o fazer das ciências humanas no Brasil. Contamos ainda com uma exposição de fotos do cotidiano soteropoliano, capturadas pelo olhar da fotógrafa Ana Amélia Ribeiro Souza, que antecedem cada um dos trabalhos.

Publicado: 2020-12-30

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