EXPERIÊNCIAS MIDIÁTICAS E IDENTIDADES CULTURAIS NO HIP HOP: SABERES E FAZERES FEMININOS NEGROS

  • Célia Regina da Silva UFSB
Palavras-chave: Estudos Culturais

Resumo

O estudo investiga a experiência de formação identitária por intermédio da apropriação tecnológica por grupo de mulheres do movimento hip hop. Busca-se compreender a forma com que as mulheres lidam com os mecanismos de produção de conteúdo musical, social e tecnológico. As Tecnologias da Comunicação e Informação (TICs) têm contribuído para a promoção de novos modelos de sociabilidade. A interatividade estabelece a quebra de barreiras entre públicos, fazendo com que receptores tornem-se sujeitos/emissores de conhecimento.  A disseminação da cultura hip-hop no contexto das periferias urbanas das cidades brasileiras trouxe à tona a cultura do gueto. Nela, mulheres jovens negras e mestiças produzem letras de música, grafites, filmes, vídeos, blogs, baseadas  na vida da comunidade, nas experiências territoriais com a adesão a estilo e a estética que as identifica como grupo cultural, geracional  e  étnico-racial. 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Célia Regina da Silva, UFSB
Doutora em Comunicação Social - Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PÓSCOM) da Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) Mestre em Ciências Sociais - Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPCIS/UERJ), em 2003. Bacharel em Comunicação Social pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, (ECO/ UFRJ), em 1995. Trabalha com os temas: TICs e gênero; comunicação comunitária; identidades culturais juvenis ( hip hop); mulheres negras; esfera pública midiática. Ex-bolsista do Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação FORD.
Publicado
2015-11-12
Métricas
  • Visualizações do Artigo 177
  • PDF downloads: 185
Seção
SEÇÃO LIVRE