JOGOS DIGITAIS COMO OBJETO DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

Palavras-chave: Jogos digitais. Alfabetização. Educação básica.

Resumo

Com este trabalho objetivou-se refletir sobre as possibilidades de utilização dos jogos digitais como objeto de aprendizagem no processo de alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental. A atual sociedade encontra-se permeada pelos avanços das novas tecnologias, que trazem mudanças aceleradas, provocadas principalmente pelos progressos das tecnologias digitais, modificando, portanto, o nosso modo de viver e de atuar no mundo. Os avanços das novas tecnologias influenciaram nos padrões científicos, mobilizando os modelos pedagógicos e, em razão disso, atingiu a escola e as relações entre professores e alunos. Para a construção deste artigo realizamos uma revisão narrativa da literatura, a partir de textos produzidos nos últimos 10 anos. Os textos selecionados para a construção do artigo foram encontrados na biblioteca Scielo. As pesquisas apontam que os jogos digitais podem potencializar o desenvolvimento infantil e auxiliar no processo ensino e aprendizagem na educação básica, desde que contem com a mediação do professor como problematizador, porém, faz-se necessário que os professores sejam capacitados e que existam políticas públicas que favoreçam essa formação.

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Biografia do Autor

Naiara do Prado Souza, Especializanda em Psicologia Clínica e Institucional pela Faculdade Hélio Rocha

Integrante do Núcleo de Estudo, Pesquisa e Extensão Educacional Paulo Freire.

kleonara Santos Oliveira, Mestranda em Ensino, Linguagem e Sociedade pela Universidade do Estado da Bahia

Licenciada em Pedagogia. Integrante do Grupo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Educação, Cultura e Saúde; do Núcleo de Pesquisa e Extensão Educacional Paulo Freire. Coordenadora do Grupo de estudos e pesquisa em Neurodesenvolvimento e Inclusão. 

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Publicado
2020-11-08
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Como Citar
SOUZA, N. DO P.; OLIVEIRA, KLEONARA S. JOGOS DIGITAIS COMO OBJETO DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO . Diálogos e Perspectivas Interventivas, v. 1, p. e9790, 8 nov. 2020.
Seção
Artigos (FLUXO CONTíNUO)