A formação do nominal nas construções com o verbo leve “fazer” à luz da Morfologia Distribuída

Daniela Alves, Cristina Figueiredo

Resumo


Neste artigo, analisamos construções com o verbo leve “fazer”, mais precisamente os fatores que contribuem para que essas construções, no português, denotem diferentes leituras. Assumimos que o processo de formação do nominal com que o verbo se combina tem influência nas leituras denotadas. Na investigação, consideramos a proposta de formação de palavras por “fases” da Morfologia Distribuída (HALLE; MARANTZ, 1993; MARANTZ, 2001, 2007, 2013; ARAD, 2003; EMBICK, 2010). Argumentamos que, quando o nominal é formado diretamente da raiz, a leitura da construção é idêntica à da construção com verbo pleno correspondente e, quando é um deverbal, a leitura é distinta, considerando os traços contidos na projeção aspectual que domina o categorizador verbal.

 


Palavras-chave


Verbo leve “fazer”; Nominalização; Morfologia Distribuída; Fases.

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ISSN: 2176-5782

Classificação Qualis CAPES: Linguística e Literatura - B3

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