As relativas não preposicionadas no português falado em Feira de Santana - BA

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DOI:

https://doi.org/10.35499/tl.v13i3.7736

Resumo

Este artigo apresenta o estudo sociolinguístico do uso das estratégias de relativização em termos não preposicionados em 24 entrevistas referentes as normas culta e popular do português falado em Feira de Santana-BA. Objetivou-se analisar as relativas não preposicionadas e o uso da anáfora pronominal em tais construções, dialogando com Mollica (2003), Gomes (2003) e Duarte (2003). Fixou-se como variável dependente a relativização de termos não preposicionados: i) relativas com lacuna e ii) relativa com pronome anafórico. Foram controladas variáveis linguísticas e extralinguísticas, com o intuito de compreender os encaixamentos linguístico e social dos fenômenos. Os resultados revelaram uso quase exclusivo do que e baixa frequência da anáfora nas relativas das amostras culta e popular.

 

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Publicado

2019-12-10

Como Citar

SILVA, J. C. da; ARAÚJO, S. S. de F.; FIGUEIREDO, C. As relativas não preposicionadas no português falado em Feira de Santana - BA. Tabuleiro de Letras, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 222–240, 2019. DOI: 10.35499/tl.v13i3.7736. Disponível em: https://revistas.uneb.br/index.php/tabuleirodeletras/article/view/7736. Acesso em: 28 fev. 2024.

Edição

Seção

ARTIGOS