Um estudo comparativo entre os metaplasmos presentes na Graphic Novel Pavor Espaciar, de Gustavo Duarte (2013), com base em Amaral (1920) e ALiB (2014)
DOI:
https://doi.org/10.35499/tl.v13i3.7725Resumo
A língua enquanto instituição coletiva e viva está em constante transformação. Isso pode ser percebido por quaisquer pessoas falantes de um idioma, ou seja, as variações linguísticas não são captadas apenas pelos estudiosos da Geolinguística, Dialetologia e Sociolinguística. A estes compete o estudo científico das variantes de uma língua. O primeiro trabalho a tentar mapear o falar considerado como caipira, da pronúncia retroflexa de /r/, dentre outras, é de Amaral (1920/2 ed. 1953). De lá para cá, vários trabalhos e pesquisas culminaram com a publicação do ALiB (Atlas Linguístico do Brasil), em 2014. Dessa forma, estabelecemos paralelo entre a Graphic Novel Pavor Espaciar, de Gustavo Duarte, com resultados de Amaral e do ALiB. Para tanto, o objetivo é a análise da expressão do dialeto caipira e expor por meio da diacronia os traços da variação linguística no Brasil. As reflexões a respeito da variação linguística são sustentadas na Sociolinguística, e o preconceito linguístico abordado implicitamente por Calvet (2002). A metodologia transcorrerá com as análises diacrônicas dos quadrinhos da Graphic Novel citada identificando os metaplasmos, tendo como base Coutinho (1976) e Silva (2010), bem como as observações de Faraco (2006) em relação à percepção de mudança.
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