O Portunhol Selvagem: uma revolução na linguagem com imagens resgatadas do inconsciente coletivo

Palavras-chave: Inconsciente Coletivo, Identidade, Portunhol Selvagem

Resumo

O presente artigo almeja apresentar uma leitura interdisciplinar entre duas áreas das Ciências Humanas: a Literatura e a Psicologia. A primeira, é representada pelos Sonetos Selvagens de Douglas Diegues, elaborados em sua língua poética: o portunhol selvagem, que configura-se como uma hibridação linguístico-cultural que ocorre na Tríplice Fronteira. Já a segunda, fornece subsídios para uma leitura dialogal, a partir dos desdobramentos dos estudos de Carl Jung, através de teóricos como: Roberto Gambini, Henrique Pereira e Walter Boechat, entre outros.  Pretende-se promover uma discussão acerca de elementos que podem ser relacionados ao inconsciente coletivo e à captação de herança das culturas originais, mas que se tornaram identificações para os habitantes das fronteiras.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Warleson Peres, Universidade Federal de Juiz de Fora
Possui graduação em Letras - Habilitações: Língua Portuguesa, Italiana e Espanhola (e suas respectivas literaturas) pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2001), graduação em Secretariado pelo Centro Universitário Internacional (2012) e mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2013). Atualmente é professor regente da Prefeitura de Juiz de Fora e Secretário Executivo da Universidade Federal de Juiz de Fora. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Estudos Literários, atuando principalmente nos seguintes temas: Línguas Mestiças, Hibridação Linguística, Culturas Híbridas, Portunhol.
Publicado
2018-07-19
Métricas
  • Visualizações do Artigo 306
  • PDF downloads: 249
Seção
ARTIGOS