A prática lexicográfica na formação do professor indígena

Autores

  • Cosme Batista dos Santos
  • Maria Nazaré Mota de Lima

DOI:

https://doi.org/10.30620/p.i..v2i2.1553

Resumo

Resumo

Os estudos do letramento do professor, na perspectiva em que está situada a linha de pesquisa Letramento, identidades e formação de professores do Programa de Mestrado em Critica Cultural da UNEB-Campus II, têm como um dos seus interesses a inserção de professores de diferentes etnias nas práticas de leitura e de produção escrita de relevância cultural. Neste artigo, trazemos um recorte de uma das pesquisas que vem sendo realizada no Programa, sobre a prática de produção lexicográfica de professores indígenas do sertão da Bahia. O objetivo do trabalho é estudar os verbetes produzidos pelos professores, analisando-os em conflito com os verbetes sugeridos nos dicionários tradicionais de língua Portuguesa. O pressuposto metodológico se filia à pesquisa qualitativa, do tipo pesquisa-ação-formação. O pressuposto teórico é da Linguística Aplicada, de base interdisciplinar, e envolve um quadro conceitual configurado pelos estudos do letramento intercultural e pelos estudos etnolexicográficos. A produção dos professores levou em conta a língua em uso, como uma demanda de estudos da sociolinguística e, ao mesmo tempo, o registro escrito dos verbetes, como uma demanda da política linguística e da formação do professor no contexto da educação escolar indígena.

Palavras-chave

Letramento. Etnolexicografia. Formação do Professor. Escolas Indígenas.

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Publicado

2015-09-27

Como Citar

DOS SANTOS, C. B.; MOTA DE LIMA, M. N. A prática lexicográfica na formação do professor indígena. Pontos de Interrogação – Revista de Crítica Cultural, Alagoinhas-BA: Laboratório de Edição Fábrica de Letras - UNEB, v. 2, n. 2, p. 67–78, 2015. DOI: 10.30620/p.i.v2i2.1553. Disponível em: https://revistas.uneb.br/index.php/pontosdeint/article/view/1553. Acesso em: 13 jul. 2024.