Ateliês autobiográficos

escritoras de Alagoinhas e suas escrevivências

Autores

  • Gislene Alves da Silva Universidade do Estado da Bahia - UNEB

DOI:

https://doi.org/10.30620/gz.v3n1.p99

Palavras-chave:

Ateliês autobiográficos, Escrevivência, Escritoras de Alagoinhas

Resumo

O texto que ora exponho tem como pretensão apresentar o processo metodológico desenvolvido na pesquisa de mestrado intitulada, Narrativas autobiográficas de escritoras de Alagoinhas: Processos de (auto)formação e (re)significação. Este estudo foi desenvolvido na perspectiva da pesquisa­ação e do método (auto)biográfico para a coleta e análise de dados. Para tanto, nos inspiramos, em parte, no projeto desenvolvido pela pesquisadora Christine Delory-Momberger (2006), com os ateliês autobiográficos, que podem ser entendido como um espaço de formabilidade onde se “registram a ‘história de vida’ emuma dimensão prospectiva, unindo as três dimensões da temporalidade, e visa a dar as bases para o futuro do sujeito e fazer emergir seu projeto pessoal” (DELORY, 2006, p. 99). Assim, colhemos os escritos autobiográficos, produzidos nos ateliês autobiográficos, das escritoras de Alagoinhas, Luzia Senna e Margarida Souza, que participaram desta pesquisa, bem como fizemos as entrevistas narrativas.

[Recebido: 11 set. 2015 – Aceito: 7 nov. 2015]

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Biografia do Autor

Gislene Alves da Silva, Universidade do Estado da Bahia - UNEB

Mestranda em Crítica Cultural, pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB/Alagoinhas). Especialista em Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa e Literatura pela FAEL. Graduada em Letras – Língua Portuguesa e Literatura pela UNEB. Integrante do grupo de pesquisa Lingua(gem) e Crítica Cultural e do Grupo de Estudo e Pesquisa sobre Alagoinhas (GEPEA). Atua nos seguintes temas: literatura, historiografias-coletâneas, subalternidade, (re)leitura e escritoras, escritas de si, autobiografia, autoficção, (auto)formação.

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Publicado

2016-03-01

Como Citar

SILVA, G. A. da. Ateliês autobiográficos: escritoras de Alagoinhas e suas escrevivências. Grau Zero – Revista de Crítica Cultural, Alagoinhas-BA: Fábrica de Letras - UNEB, v. 3, n. 1, p. 99–116, 2016. DOI: 10.30620/gz.v3n1.p99. Disponível em: https://revistas.uneb.br/index.php/grauzero/article/view/3280. Acesso em: 27 maio. 2024.