Homofobias e violências na adaptação televisiva de Angels in America

  • Carlos Eduardo de Araujo Placido Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Resumo

A adaptação televisiva Angels in America (2003) de Mike Nichols, baseada na peça teatral Angels in America: A Gay Fantasia on National Themes (1994) de Tony Kushner, recebeu vários prêmios importantes tais como o Arts Directors Guild e o Critics’ Choice Award. A valer, Nichols utilizou características estruturais da narrativa cinematográfica (BLOCK, 2000; DUARTE, 2012; SIJLL, 2019) para construir uma obra de arte que desvela diferentes formas de homofobia e violências resultantes dela (KIMMEL, 1994; HEREK, 2004; BORRILLO, 2016; HITMAN, 2016). Por conseguinte, este artigo focou em analisar como diferentes técnicas da narrativa cinematográfica auxiliaram esse diretor a representar os diferentes tipos de homofobia em Angels in America (2003).

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Biografia do Autor

Carlos Eduardo de Araujo Placido, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

é mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e doutor em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, ele é professor adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e ministra disciplinas relacionadas às literaturas de língua inglesa canônica, mas principalmente não-canônicas. Além disso, ele também desenvolve o projeto de pesquisa: Os horrores e as marginalidades na adaptação televisa Angels in Amercia (2013) e coordena o núcleo de estudos cinematográficos e televisivos da UFMS.

Publicado
2021-12-13
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