REALIMENTAR AS NARRATIVAS SOBRE O CONTINENTE AFRICANO NO PRESENTE E RECRIAR A IMAGEM DO PASSADO:

TAREFAS DE UM VIAJANTE.

  • YURI MANUEL FRANCISCO AGOSTINHO Universidade de Luanda (Angola) - Departamento de Artes.

Resumo

O objetivo deste artigo vai em torno de mostrar que as narrativas provenientes do passado do continente africano; quando são manipuladas, elas criam regimes de imagens. Didi-Huberman ao trazer questões que vão em torno do figurar a vida através de símbolos e a produção da imagem a partir do sentido que uma determinada palavra pode adquirir, permitiu que avançássemos para o desdobramento em torno de um entendimento por um lado sobre narrativas e por outro lado sobre a imagem do passado do continente. O resultado deste entendimento; mostrou-nos que quando as narrativas do passado do continente africano são realimentadas a partir do fluxo na temporalidade; estas disposições criam regimes de imagens, que na qual, já não colocam África presa numa torre de marfim, o que se vê hoje é uma recriação de imagens do passado sobre o continente.

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Biografia do Autor

YURI MANUEL FRANCISCO AGOSTINHO, Universidade de Luanda (Angola) - Departamento de Artes.

Professor da Faculdade de Artes – Universidade de Luanda. Mestre em Ensino de História da África pelo Instituto Superior de Ciências da Educação de Luanda - (2016). Doutorando em História pela Universidade Federal de Pernambuco- UFPE.

Publicado
2022-07-05
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