Das memórias negras na Amazônia: resistência e luta quilombola no Andirá, Barreirinha-AM, Brasil

  • Júlio Cláudio da Silva Universidade do Estado do Amazonas-UEA.
  • João Marinho da Rocha Universidade do Estado do Amazonas-UEA
Palavras-chave: Memória, Quilombola, Amazônia.

Resumo

Este texto evidencia processos sociais recentes de emergências étnico-raciais na Amazônia. Toma como objeto, as experiências de seis comunidades quilombos do rio Andirá, Barreirinha-AM, fronteira com o Estado do Pará. Após cerca de quinze anos de intensas mobilizações e lutas, construíram e politizaram uma memória étnica relativa aos mundos do cativeiro, conseguindo com reconhecimento enquanto “remanescentes de quilombo” em 2013, estando agora no aguardo das titulações de seus territórios tradicionais ocupados desde os fins do século XIX.

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Biografia do Autor

Júlio Cláudio da Silva, Universidade do Estado do Amazonas-UEA.
Professor de História da Universidade do Estado do Amazonas-UEA. Doutor em História social pelo PPGH/UFF.
João Marinho da Rocha, Universidade do Estado do Amazonas-UEA
Professor de História da Universidade do Estado do Amazonas-UEA. Doutorando do Programa de Pósgraduação

Das memórias negras na Amazônia: resistência e luta quilombola no

Andirá, Barreirinha-AM, Brasil

em Sociedade e Cultura na Amazônia-PPGSCA/UFAM.
Seção
Artigos