A TEORIA CONTEMPORÂNEA DO CINEMA

  • José Carlos Felix

Resumo

O presente ensaio pretende discutir as vicissitudes da teoria contemporânea do cinema diante do fenômeno pós-estruturalista conhecido como Teoria. Para isso, partimos de uma problematização das grandes correntes que moldaram o pensamento teórico sobre o cinema ao longo do século XX e cujas temáticas refletem as duas correntes de pensamento que vem dominando o debate e a produção dos escritos sobre cinema após 1970: a teoria de posição subjetiva e culturalismo. Em relação à primeira vertente, os ensaios “Prazer visual e cinema narrativo” (1975) e “Reflexões sobre ‘Prazer visual e cinema narrativo’ inspiradas por Duelo ao sol, de King Vidor” (1981) de Laura Mulvey serão tomados como base para uma reflexão dessa questão. Já na última seção, o ensaio O “A alegoria histórica”, de Ismail Xavier, e o livro Crítica da imagem eurocêntrica (1994), dos críticos norte-americanos Robert Stam e Ella Shohat nos permitirão problematizar a questão das representações culturais e políticas do cinema — especialmente o não eurocêntrico — a partir de uma concepção multiculturalista.

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