RESILIÊNCIA HUMANA NA PADEMIA: PATÓGENOS MORTAIS E OS INSTINTOS BÁSICOS DE SOBREVIVÊNCIA

  • PAULO SANTOS DE JESUS UNEB/ DCHT XIX
Palavras-chave: PANDEMIA, MORTE, ANTÍDOTO

Resumo

O trabalho em tela tem o objetivo de investigar a influência de doenças globais sobre os
aspectos sociológicos da coletividade, como também discutir a incidência de patógenos na
humanidade, descrever prejuízos sobre a saúde psíquica e identificar o potencial de
recuperação do homem frente à condições desconhecidas numa condição pandêmica
mundial. As enfermidades sempre assolaram o homem desde tempos remotos, a presença de
vírus, bactérias, fungos acompanha a existência do homem na terra diante de uma visão macro
da condição de seres vivos. Apesar de ser pensante e dominante sobre o planeta, não raro os
patógenos invadem de maneIra agressiva os humanos, trazendo mortandade e sensível
alteração sobre os padrões de vida. Até o descobrimento de um antídoto eficaz para superar a
doença, todos os habitantes do planeta estão à mercê da doença, causando prejuízos de
diversas ordens, econômica, política e social. Impordo medidas impopulares do poder
público, reorganizando a rotina das pessoas, imprimindo confinamento e afastamento social e
principalmente alterando as interações entre as pessoas, afetando significamente a sanidade e
o mode de ser e estar. Nesta condição, afloram sentimentos básicos de sobrevivência, como a
busca por segurança, abrigo e sustento. Superando algumas dificuldades, o prolongamento da
situação pode beirar ao caos coletivo, instaurando sentimentos de domínio, controle e
submissão. Á medida que a imunidade é alcançada e lentamente a antiga normalidade é
restaurada, percebe-se a fragilidade humana para compaixão e empatia.

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Biografia do Autor

PAULO SANTOS DE JESUS, UNEB/ DCHT XIX
Graduando  em Direito pela Uneb - Universidade do Estado da Bahia, cursando o 5º    semestre. Atuo como técnico de Tecnologia da Informação e professor no Ensino Médio
Publicado
2020-09-12
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Seção
Sobre Filmes e Direito