EDUCAÇÃO, HISTÓRIA E CULTURA DE MASSA EM TEMPOS DISTÓPICOS: UMA ANÁLISE DA OBRA FAHRENHEIT 451
Palavras-chave:
Fahrenheit 451, Distopia, Industria Cultural e Cultura de massa, EducaçãoResumo
Este trabalho é fruto de minha pesquisa de conclusão de curso e tem como objetivo refletir sobre os temas: educação, cultura de massa e indústria cultural, usando como fonte primária a obra Fahrenheit 451, do autor Ray Brabdbury. É também de interesse deste estudo fomentar a necessidade do uso da literatura distópica para a compreensão de modelos autoritários de governo, tomando-a como documento histórico. As análises realizadas neste artigo partem, também, da influência da cultura nos demais setores das estruturas sociais, alertando sobre o perigo do controle cultural para a domesticação/alienação de uma determinada população em uma sociedade. Na obra, a sociedade é avessa à leitura, nela o conhecimento pragmático é introduzido pelas telas como veículos de entretenimento e (in)formação, que tem nos aparatos do Estado (corpo de bombeiros), a representação da ordem e manutenção de um sistema autoritário. O cenário em que o livro foi escrito é o contexto da Guerra Fria. Desse modo, a partir das reflexões expostas, a análise sobre Fahrenheit 451 proverá o entendimento dos fatores mencionados, promovendo a consciência crítica sobre as amarras sociais exemplificadas, entendendo o percurso feito pelo protagonista Guy Montag em busca de autonomia e liberdade.
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