REFLEXÕES SOBRE O PODER-SABER DO EDUCADOR NA SUBJETIVAÇÃO DOS EDUCANDOS
Palavras-chave:
Estudos Discursivos, Poder-Saber, Práticas Pedagógicas, SubjetividadeResumo
Este estudo decorre dos estudos discursivos foucaultianos sobre o poder-saber do educador na subjetivação dos educandos na prática pedagógica de resistência que questione e desafie as estruturas e dinâmicas de poder. O objetivo é refletir sobre como o poder-saber que constitui o sujeito educador, possibilita novos modos de existência, tomando a linguagem como ferramenta de resistência contra a normalização disciplinar para pensar em práticas e relações mais igualitárias, analisando determinados discursos que condicionam a subjetividade dos sujeitos para à docilidade social. Diante disso, a linguagem é vista como uma ferramenta poderosa para (re)construção subjetiva de si e, por consequência, dos educandos. Assumimos as noções dos estudos discursivos foucaultianos de poder-saber e sujeito, bem como contribuições dos estudos culturais com Gomes (2018) e Santos (2020). A metodologia empregada foi a arqueogenealógica, a partir das leituras das obras de Michel Foucault (1979, 2014). Os resultados proporcionaram compreender a constituição dos sujeitos na prática pedagógica alicerçada pela resistência, certificando que o poder-saber é crucial em sua subjetivação. Concluímos que tanto o educador quanto o educando saem atravessados pela subjetivação do outro durante as práticas pedagógicas mediada pela interação discursiva do poder-saber.
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