A CONSTITUIÇÃO DISCURSIVA DOS SUJEITOS NEGROS NO INSTAGRAM: POR OUTROS MODOS DE (RE)EXISTÊNCIA
Palavras-chave:
Corpo negro, Instagram, Práticas de resistênciaResumo
Com o presente estudo, tencionamos compreender a constituição discursiva dos sujeitos negros em enunciados. Para tanto, mapeamos enunciados racistas, patriarcais e práticas de resistência no século XXI, na rede social Instagram. Analisamos um enunciado do perfil @denegrindo_, analisando a narrativa de sobre(vivência) das mulheres de Zanzibar por meio do projeto Panje para aprender a nadar. Tomamos esse enunciado como resistência ao patriarcado e ao racismo por outros modos de (re)existência. Assim, fundamentamos nos referenciais teórico-metodológicos dos estudos discursivos foucaultianos e dos estudos culturais para traçar uma correlação entre sujeito, gênero, raça e identidade. Na analítica arquegenealogica foucaultiana, serão mobilizadas as noções de discurso, poder e corpo por Foucault (1987) e Veiga- Neto (1996); bem como as noções de negro, raça, gênero e identidade por Almeida (2019), Davis (2016), hooks (1994) e Gomes (2002). O percurso de mapear discursos racistas e patriarcais permitiu entender como as mulheres de Zanzibar são subalternizadas e submetidas a condições limitantes de acesso a educação por conta de seu gênero.
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