“TORNAR-SE NEGRO”: A HISTÓRIA DE LUÍSA E AS ESTRATÉGIAS SOCIAIS DE EMBRANQUECIMENTO
Palavras-chave:
Branquitude, Biopoder, Embranquecimento, RacismoResumo
Este trabalho propõe a análise do texto “A história de Luísa”, publicado por Neusa Santos Souza em sua obra “Tornar-se Negro” (2021) para o estudo dos perversos planos de embranquecimento contra o povo negro. É realizada a Reflexão e o debate sobre a fixação do racismo de cor contra o negro e suas relações sociais, identificado em produções acadêmicas, apresentando quais efeitos que estes corpos, por muito tempo considerados marginalizados e deseducados, provocam nas elites brancas intelectuais ao ocuparem os mesmos espaços, além de estabelecer as estratégias da branquitude para segregá-los. A pesquisa se justifica, em âmbito acadêmico, sob a perspectiva da identificação da estratégia de embranquecimento dos corpos negros pelos pactos de Biopoder e Biopolítica. Legitima-se a efetivação da Lei nº 10.639/03 e a necessidade de instigar a sociedade a denunciar as diversas formas de racismo, ascendendo o interesse das pessoas negras para a permanência na pesquisa acadêmica. Este estudo é sobre uma narrativa de Escrevivência, termo difundido por Evaristo (2020), por apresentar a experiência de vida relatada por uma mulher negra. Para as discussões pretendidas, são utilizados os importantes estudos de Cida Bento (2022), Lélia Gonzalez e Carlos Hasenbalg (2022), Frantz Fanon (2020) e Neusa Santos Souza (2021).
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