GÊNERO, MASCULINIDADES E REDES INTEGRADAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO MÉXICO: UM OLHAR SOBRE OAXACA
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.17762449Palavras-chave:
Gênero, Masculinidades, Redes Integradas de Saúde, Saúde Coletiva, Assistência MédicaResumo
Introdução: O presente documento analisa a relação entre as Redes Integradas de Serviços de Saúde (RISS), as masculinidades e o acesso à saúde em Oaxaca, México, um estado com uma rica diversidade étnica e cultural. Objetivo: Evidenciar os desafios que as RISS enfrentam em Oaxaca devido às normas de gênero, especialmente as relacionadas às masculinidades tradicionais. Método: Análise sociocrítica em saúde das diretrizes da RISS em Oaxaca. Resultados: Mostra-se como os homens, particularmente em comunidades indígenas e rurais, evitam procurar atendimento médico até que as doenças se agravem. Isso é reforçado pela percepção de que a saúde é um domínio feminino e um estigma de vulnerabilidade nos homens. Destaca-se como as masculinidades hegemônicas influenciam negativamente a saúde dos homens, limitando seu acesso a serviços preventivos e tratamento adequado, o que leva a uma maior prevalência de doenças crônicas e problemas de saúde mental. Conclusão: Propõe-se que as políticas de saúde incorporem uma abordagem de gênero interseccional, reconhecendo a diversidade de identidades masculinas e as condições socioeconômicas e culturais que afetam os homens em Oaxaca. Essa abordagem permitiria uma assistência médica mais inclusiva, respeitosa e adaptada às necessidades dos homens, superando as barreiras culturais e sociais que dificultam seu acesso aos serviços de saúde.
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