Mulheres do barro: resistência e desobediência epistêmica produtora de currículos na EJA
DOI:
https://doi.org/10.31892/rbpab2525-426X.2026.v11.n26.e1314Palavras-chave:
Currículo, EJA, Mulheres do barro, Desobediência epistêmica, Epistemic disobedienceResumo
Práticas culturais de resistência e desobediência epistêmica traduzem o sistema-de-interesse deste trabalho, cujo objetivo é conhecer como mulheres produtoras de louça com barro, no município de Assú/RN, seus saberesfazerespoderes e tradições podem virar currículo na educação de jovens e adultos. A discussão emerge a partir do projeto institucional de pesquisa “A diversidade como produtora de currículos na EJA” desenvolvido no Curso de Pedagogia, Campus Avançado da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) em Assú. Metodologicamente, trabalhamos com relatos e imagens publicizadas no Instagram “mulheres_do_barro” relacionando-as a concepções de criação curricular nosdoscom os cotidianos, enquanto práticateoriaprática subversiva de resistência e desobediência epistêmica. As astúcias, destrezas das mãos das referidas mulheres e os liames criados em tempos distintos que invocam ancestralidades, trançam uma métis cultural existente-possível à construção de currículos na e para a educação de jovens, adultos e idosos.
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