Histórias de pescador
a dor e o sabor de ser quem si é
DOI:
https://doi.org/10.59360/ouricuri.vol14.iedicao-especial-01.a22522Palavras-chave:
Pesca Artenanal, Baía de Todos os Santos, lugar de falaResumo
Esta comunicação, escrita por três distintas vozes, oferece reflexões sobre como o lugar de fala do imaginário das relações infantis pode gerar acadêmicos ocupados com a conservação da pesca artesanal, e como este imaginário, ao mesmo tempo que relaciona-se, distancia-se, de modo nítido, com o lugar de fala explícito da realidade de infantis que tornaram-se pescadores artesanais, desnudando, em primeira pessoa, como a subjetividade e significados são formatadas pelas relações transgeracionais e impactadas pela falta de políticas públicas nos mais diferentes níveis.
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Moreira Da Hora, S.; Souza Pascoal , J.; De Oliveira Santos, G.
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