https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/issue/feed Práticas e Cuidado: Revista de Saúde Coletiva 2021-09-09T22:21:07-03:00 Marcio Costa de Souza mcsouza@uneb.br Open Journal Systems <p>A Práticas e Cuidado: Revista de Saúde Coletiva (PC-RESC) (eISSN: 2675-7591) , instituída no ano de 2020, é um periódico vinculado à Área de Saúde Coletivaà, ao Programa de Residência de Multiprofissional de Saúde e ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (MEPISCO) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). A PC-RESC é editada em sistema de fluxo contínuo para submissão e publicação. O escopo da PC-RESC inclui produções com enfoque multidisciplinar e interprofissional no campo da Saúde Coletiva. A PC-RESC publica dossiês temáticos, relatos de experiências e/ou de casos, artigos originais, revisões de literatura, resenhas e carta ao editor, aceitos após processo de revisão, nas línguas <strong>portuguesa, espanhola, francesa&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>inglesa</strong>&nbsp;conforme normatização apresentada nas diretrizes para autoras(es).</p> https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/9967 COVID-19: TELEMONITORAMENTO COMO PROPOSTA DE EDUCAÇÃO, CUIDADO E ENFRENTAMENTO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA. RELATO DE EXPERIÊNCIA 2021-03-04T19:47:25-03:00 Victor Rocha Santana vrsantana@uneb.br Talita Rocha de Aquino tatiaquinorocha@gmail.com Bruna Moraes de Brito moraes.br92@gmail.com Caroline Carneiro Almeida carolinecarneiroalmeida@hotmail.com Leonardo Bomfim Barreto barreto_leonardo@hotmail.com <p>Objetivo: relatar o processo de construção e execução da proposta de telemonitoramento compartilhado entre as equipes de saúde da família (ESF), estudantes e professores do curso de saúde para pacientes com suspeita e/ou confirmação de COVID-19 em duas unidades de saúde do município de Salvador-BA. Métodos: A proposta de telemonitoramento foi baseada no Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde - versão 8 do Ministerio da Saúde e envolveu ações articuladas entre a ESF responsável pelo acolhimento físico dos pacientes, dos estudantes responsáveis pelo monitoramento telefônico regular e dos professores que atuavam como supervisores de todo o processo. Resultados: Dentre seus vários benefícios, a telemonitorização proporcionou mais segurança ao paciente, ajudou na coordenação do cuidado e na redução da potencial transmissão comunitária. Porém, também foram enfrentadas dificuldades, tanto tecnológicas e infra-estruturais, como psicossociais, que exigiram soluções criativas. Discussão: com estratégias semelhantes, diferentes países observaram economia de equipamentos de proteção individual, recurso escasso na pandemia. Conclusão: A utilização de tecnologias de informação e de comunicação agrega importante contribuição à estratégia de saúde da família, reafirmando os atributos do SUS e da APS, além de possibilitar novos formatos para a integração ensino serviço mesmo em tempos de distanciamento social.</p> 2021-03-04T19:47:25-03:00 Copyright (c) 2021 Victor Rocha Santana, Talita Rocha de Aquino, Bruna Moraes de Brito, Caroline Carneiro Almeida, Leonardo Bomfim Barreto https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10258 PREVENÇÃO AO CONTÁGIO POR COVID-19 EM BAIRROS DISTRITO SANITÁRIO CABULA-BEIRU: ESTRATÉGIAS DE AÇÕES QUE PROPICIARAM ISOLAMENTO SOCIAL 2021-06-10T17:38:29-03:00 Rogenaldo de Brito Chagas rbchagas@uneb.br Juliana Côrtes de Freitas jcfreitas@uneb.br Polyanna Carôzo de Oliveira rbchagas@uneb.br Jamile Gomes Conceição jamilegomes@gmail.com Iris Ribeiro de Sá isa@uneb.br Luciene Silva dos Santos Lima 101410063@uneb.br Ivana de Fátima Oliveira Silva ivana_defatima@outlook.com Tereza Cristina Barros do Carmo thereza.nut.barros@gmail.com Michel Souza Sueira sueira.nutri@gmail.com Patrícia Nascimento dos Santos pahnascimento2702@gmail.com Hamilton Vivas da Silva-Filho hamiltonvivas0@gmail.com Marcos da Costa Silva marcosilva@uneb.br <p><strong>Introdução:</strong> A pandemia do COVID-19 atingiu todas as populações do mundo levando a morte mais de 1.178.475 pessoas e contaminando outras 44.888.869 até outubro de 2020. Um efeito desproporcional causado pelo Sars-CoV-2 decorre das desigualdades sociais. No Brasil, onde a pandemia causa efeitos distintos nas periferias, favelas e no interior do país a pandemia revelou a grande diferença entre as classes sociais. O Distrito Sanitário Cabula-Beirú nº 9 engloba comunidades que enfrentam estas desigualdades. <strong>Objetivo:</strong> Viabilizar o isolamento social das famílias do Distrito Sanitário Cabula Beirú nº 9 através de ações sociais desenvolvidas por professores da UNEB. <strong>Método:</strong> Um grupo de quatro professores convidou alunos, outros docentes e servidores para participarem de um projeto de extensão voluntário, com atividades presenciais e não presenciais entre maio e setembro de 2020. <strong>Resultados: </strong>Houve adesão de 25 membros ao grupo, entre professores, discentes e servidores técnicos administrativos. A maioria deles optou por atuar de forma remota por pertencerem a grupo de risco frente à pandemia. Diferentes campanhas de doações por meio de <em>drive thru</em> foram desenvolvidas para arrecadação de alimentos, materiais de limpeza, roupas e calçados, e óleo usado, além de doações financeiras. As doações em dinheiro (62%) e a realização de um <em>drive thru</em> (32%) se mostraram estratégias eficazes, pois capitanearam 94% das doações. O uso de redes sociais foi uma ferramenta essencial no desenvolvimento do projeto para arrecadação de donativos, divulgação e retroalimentação das ações. As articulações intersetorial da UNEB e interinstitucional tornaram o projeto exequível. <strong>Conclusão: </strong>Foram contempladas 165 famílias, distribuídas 10,5 toneladas em cestas básicas, kits de limpeza e material de higiene, 1.500 máscaras, 300 unidades de sabão ecológico, 150 cartilhas educativas. O projeto foi mantido em caráter assistencialista por 5 meses.</p> 2021-06-10T17:10:42-03:00 Copyright (c) 2021 Rogenaldo de Brito Chagas, Juliana Côrtes de Freitas, Polyanna Carôzo de Oliveira, Jamile Gomes Conceição, Iris Ribeiro de Sá, Luciene Silva dos Santos Lima, Ivana de Fátima Oliveira Silva, Tereza Cristina Barros do Carmo, Michel Souza Sueira, Patrícia Nascimento dos Santos, Hamilton Vivas da Silva-Filho, Marcos da Costa Silva https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/11673 A RELAÇÃO ENTRE O ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL E A COVID-19: UMA REVISÃO NARRATIVA 2021-06-16T12:10:26-03:00 Fernando Antônio Ramos Schramm Neto fernando78541@hotmail.com Lahyse de Oliveira e Oliveira lahyseoliveira@gmail.com Juliana Fraga Vasconcelos julianafvs@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Revisar a literatura acerca das teorias que buscam explicar a possível relação entre a COVID-19 e o AVC. <strong>Método:</strong> Realizou-se busca na literatura científica nas seguintes bases de dados: SciELO, Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Pubmed e Google Sholar. Os descritores utilizados na pesquisa foram: <em>COVID-19</em>, <em>Stroke</em>, <em>Interrelation</em> e <em>Prognosis</em>. <strong>Resultados:</strong> Os achados desta pesquisa incluem a relação da COVID-19 com os seus fatores de risco, a ligação do vírus Sars-Cov-2 com a Enzima Conversora de Angiotensina (ECA), e ainda, as respostas inflamatórias desencadeadas pelo vírus em sua clara relação com o desencadeamento do AVC. <strong>Conclusão:</strong> É evidente a relação entre a presença do COVID-19 no organismo humano e a maior predisposição para se desenvolver o AVC, no entanto, novos estudos são necessários para que seja possível aprofundar o conhecimento neste tema, bem como consolidar as teorias envolvendo seu mecanismo.</p> 2021-06-16T12:10:25-03:00 Copyright (c) 2021 Fernando Antônio Ramos Schramm Neto, Lahyse de Oliveira e Oliveira, Juliana Fraga Vasconcelos https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10260 VÍRUS, SELEÇÃO NATURAL E PANDEMIAS 2021-08-10T11:37:44-03:00 Rodrigo Ferraz Ramos rodrigoferrazramos@gmail.com Lisiane Sobucki lisiane_sobucki@hotmail.com <p>O presente trabalho é uma resenha da obra “Como os vírus e as pandemias evoluem” dos autores José Lopes e Pirula publicado em 2020. Os vírus são partículas autorreplicantes cujo objetivo único é a multiplicação. O sucesso evolutivo de um vírus depende das interações com o ambiente e seus hospedeiros. A seleção natural é a força motriz que seleciona as mutações que contribuem para o aumento do sucesso reprodutivo dos vírions. O contato moderadamente íntimo entre espécies pode criar um ambiente favorável para que um vírus facilmente mutável salte de um hospedeiro a outro. O avanço humano sobre áreas nativas e o uso da biodiversidade desconhecida para alimentação é um caminho perigoso que poderá nos levar a futuras epidemias e pandemias. Para evitarmos esse cenário é necessário intensificarmos os esforços para mapear a biodiversidade da vida e compreender suas interações ecológicas.</p> 2021-08-10T11:37:44-03:00 Copyright (c) 2021 Rodrigo Ferraz Ramos, Lisiane Sobucki https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10396 MORTALIDADE MATERNA NA MACRORREGIÃO DE SAÚDE OESTE DA BAHIA ENTRE O PERÍODO DE 1998 A 2019 2021-06-10T16:07:22-03:00 Ariane de Oliveira Gomes Nobre nobre.ariane@live.com Elivan Silva Souza elivan-silva@outlook.com <p class="western">&nbsp;</p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><strong>Objetivo:</strong> Estimar a razão de mortalidade materna na Macrorregião de Saúde Oeste da Bahia, no período de 1998 a 2019. <strong>Método: </strong>Foi realizado um estudo do tipo ecológico com características de séries temporais, com mulheres que morreram devido a complicações relacionadas com a gravidez, parto e puerpério. Os dados foram coletados no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, na plataforma TABNET e a análise destes, foi realizada por meio do cálculo da RMM e da mortalidade proporcional. <strong>Resultados: </strong>Foi identificada uma RMM média de 64,0 óbitos para cada 100.000 nascidos vivos, nesse intervalo de tempo, houve um significativo aumento dos valores da RMM, e maiores ocorrências de óbitos na faixa etária entre 20 e 29 anos e, principalmente, devido causas obstétricas diretas. <strong>Conclusão: </strong>O indicador foi considerado alto ao longo dos anos, o que reflete as carências do atendimento assistencial às mulheres no ciclo gravídico-puerperal. Os achados podem contribuir para o conhecimento e atualização da mortalidade materna na macrorregião, bem como para condução de estratégias que abarquem as reais necessidades de saúde das gestantes e puérperas. </span></span></p> 2021-02-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Ariane de Oliveira Gomes Nobre, Elivan Silva Souza https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10392 MORTALIDADE POR ACIDENTES DE TRÂNSITO EM IDOSOS NAS REGIÕES DO BRASIL NO PERÍODO DE 2009 A 2018 2021-06-10T16:08:43-03:00 Meirelayne Borges Duarte meirelayne.duarte@unifacs.br Ana Beatriz Borges Vieira Santos anabeatriz_aju@hotmail.com Flávia Cruz Moraes Sobral flaviacmsobral@outlook.com <p><strong>Objetivo: </strong>Descrever a mortalidade por acidentes de trânsito em idosos nas regiões do Brasil no período de 2009 a 2018. <strong>Métodos: </strong>Trata-se de um estudo com dados agregados do tipo série temporal coletados no Sistema de Informação sobre Mortalidade<span style="text-decoration: line-through;">,</span> disponível no DATASUS. <strong>Resultados: </strong>Foram registrados, entre 2009 e 2018, 61580 óbitos em idosos, acima de 60 anos, nas regiões brasileiras. Sendo, desse total, 73,97% do sexo masculino. A faixa etária de maior acometimento foi acima de 80 anos de idade. Os locais de maior ocorrência dos óbitos foram o hospital e a via pública. A categoria do CID10 de maior destaque foi pedestre traumatizado (CID V09). <strong>Conclusão: </strong>Os idosos, especialmente pedestres, foram mais vulneráveis à mortalidade por acidente de trânsito. É necessário investir tanto em medidas educativas de trânsito quanto na atenção integral à saúde da pessoa idosa.</p> 2021-02-02T00:40:52-03:00 Copyright (c) 2021 Meirelayne Borges Duarte, Ana Beatriz Borges Vieira Santos, Flávia Cruz Moraes Sobral https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/9860 COMUNICAÇÃO ADEQUADA EM SAÚDE E ADESÃO TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA ANTI-HIPERTENSIVA NA ATENÇÃO PRIMARIA À SAÚDE 2021-06-10T16:13:18-03:00 Luciana Limoeiro Ricarte Cavalcante lucianaricarte@gmail.com Yasmin Pitanga Rôde Rocha yasminprode@gmail.com João Pedro Azevedo Gonzaga Vieira jpagvieira@gmail.com Andréia de Araújo Guimarães andreia.agfisio@gmail.com Luciara Leite Brito luciara@ufba.br Helena Maria Silveira Fraga Maia helenafragamaia@gmail.com <p style="margin: 0cm; text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Objetivo:</span></strong><span style="font-size: 11.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;"> Investigar a associação entre Comunicação Adequada em Saúde (CAS) e Adesão Terapêutica Medicamentosa Anti-Hipertensiva (AT) em usuários hipertensos atendidos em unidades de atenção primária à saúde (APS). <strong>Métodos:</strong> Trata-se de um estudo transversal com hipertensos acompanhados em unidades de APS em Salvador, Bahia, entre 2015 a 2016. A CAS foi avaliada com a aplicação de dez questões. A comunicação foi considerada adequada quando observado 70,0% ou mais das respostas do entrevistado indicando entendimento das orientações prestadas. A análise estatística foi realizada com o STATA versão 14. <strong>Resultados:</strong> Foram entrevistados 286 usuários e verificou-se que 81,2% mencionaram CAS. Nos usuários com até 8 anos de estudo, a CAS esteve associada significativamente à adesão ao tratamento medicamentoso, mesmo após ajuste por sexo, idade, renda, índice de massa corpórea e diabetes concomitante (OR = 3,26; IC95%: 1,26-8,46). Contudo, para usuários com escolaridade maior não se identificou associação positiva entre CAS e AT. Observou-se ainda que o grupo que referiu atividade física regular apresentou uma chance de adesão ao tratamento de 14,5 vezes quando comparados àqueles que referiram CAS inadequada (OR=14,53; IC95%: 1,28-187,16). <strong>Conclusão:</strong> Dispor de comunicação adequada em saúde influencia no uso dos serviços de saúde e no comportamento de saúde adotado.</span></p> 2021-03-03T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Luciana Limoeiro Ricarte Cavalcante, Yasmin Pitanga Rôde Rocha, João Pedro Azevedo Gonzaga Vieira, Andréia de Araújo Guimarães, Luciara Leite Brito, Helena Maria Silveira Fraga Maia https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/11762 TENDÊNCIA DE MORTALIDADE POR DOENÇAS ISQUÊMICAS CARDÍACAS NO DISTRITO FEDERAL DE 2010 A 2018 2021-08-06T15:01:50-03:00 Carolina Leite Ossege ossege.c@gmail.com Ana Cristina Franco anacrisdiasfranco@gmail.com Elaine Ramos de Moraes Rego r.elaine86@yahoo.com Delmason Soares Barbosa de Carvalho delmason.carvalho@gmail.com Larissa Oliveira Proence larissa.proence@hotmail.com Josicélia Estrela Tuy Batista josiceliatuy@gmail.com Priscilla Perez da Silva Pereira priperez83@gmail.com Elivan Silva Souza elivan-silva@outlook.com Simone Seixas da Cruz simone.seixas1@gmail.com Ana Cristina Machado machadoanadf@gmail.com Ana Claudia Morais Godoy Figueiredo aninha_m_godoy@hotmail.com <p>Esse estudo avaliou a tendência de mortalidade por Doenças Isquêmicas Cardíacas no Distrito Federal, conforme as variáveis faixa etária, sexo e distribuição geográfica por Região Administrativa do estado. Foi realizado estudo ecológico do tipo séries temporais, entre 2010 e 2018. No período estudado, foram contabilizados 7.645 óbitos para o desfecho, uma média de idade de 70,3 anos (±14,1 anos), com mediana de 72 anos. A maioria dos indivíduos encontrava-se na faixa etária maior ou igual a 60 anos (77,3%), era sexo masculino (57,9%), possuía de um a três anos de estudo (30,8%), era solteiro, viúvo ou divorciado (55%) e de raça/cor branca (53,2%). Em suma, identificou-se a tendência crescente de mortalidade geral e para pessoas do sexo masculino devido a Doenças Isquêmicas Cardíacas e estacionária para as faixas etárias investigadas.</p> 2021-07-24T17:18:11-03:00 Copyright (c) 2021 Carolina Leite Ossege, Ana Cristina Franco, Elaine Ramos de Moraes Rego, Delmason Soares Barbosa de Carvalho, Larissa Oliveira Proence, Josicélia Estrela Tuy Batista, Priscilla Perez da Silva Pereira, Elivan Silva Souza, Simone Seixas da Cruz, Ana Cristina Machado, Ana Claudia Morais Godoy Figueiredo https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/9865 DESCRIÇÃO DA MORTALIDADE DE POLICIAIS MILITARES POR HOMICÍDIO NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL 2021-08-10T11:47:46-03:00 Emylle da Silva Araujo araujomylle@gmail.com Bruno Raniere Neves Costa bruno.raniere@live.com Edna Maria de Araújo ednakam@gmail.com Gilcimar Adson Santos Almeida gilcimar.almeida@ssp.gov.ba.br Eva Bulcão Mota evabulcaopsi2018@gmail.com Daniel Deivson Alves Portella dportella@uneb.br <p><strong>Objetivo: </strong>Caracterizar as mortes de policiais militares do Estado da Bahia no período de 2012 a 2018. <strong>Método: </strong>Trata-se de um estudo descritivo, onde a população estudada foram os casos de mortes violentas de policiais militares da ativa do Estado da Bahia registrados pela Coordenação de Documentação e Estatística Policial. As variáveis foram sociodemográficas, da atividade policial e, por fim, da ocorrência. Os dados foram analisados por meio das medidas da estatística descritiva para a distribuição e caracterização dos casos de mortes de policiais militares. <strong>Resultados:</strong> Homens, negros, com ensino médio completo, solteiros e com idade média de 38,9 anos, apresentam-se mais frequentemente como características sociodemográficas do policial militar morto. Em relação as variáveis da atividade policial foram: os soldados, o horário de folga, tempo de experiência médio de 13,7 anos os aspectos mais presentes. Quanto às ocorrências, o final de semana, o período da noite e as vias públicas são o cenário mais propício para os homicídios. Relacionando isso com as investigações, a autoria, na maioria dos casos, não é identificada, a arma de fogo é o instrumento mais utilizado e como maior motivação foi a reação contra assalto. <strong>Conclusão:</strong> Os resultados proporcionam reflexões quanto a magnitude e o impacto que envolvem a problemática dos homicídios de policiais militares na Bahia, objetivando o desenvolvimento de ações e práticas interdisciplinares no enfrentamento interinstitucional das mortes.</p> 2021-08-10T11:47:44-03:00 Copyright (c) 2021 Emylle da Silva Araujo, Bruno Raniere Neves Costa, Edna Maria de Araújo, Gilcimar Adson Santos Almeida, Eva Bulcão Mota, Daniel Deivson Alves Portella https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10975 PERFIL DE MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS NO ESTADO DA BAHIA DURANTE O PERÍODO DE 2010 A 2019 2021-08-10T11:52:52-03:00 Ana Flávia Souto Figueiredo Nepomuceno anaflaviafigueiredo@outlook.com Mariana Souto Figueiredo marianasoutofigueiredo@gmail.com Veríssimo Santos de Jesus verissimosantosdejesus@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Avaliar o perfil de mortalidade por causas externas na Bahia durante o período de 2010 a 2019.<strong> Metodologia:</strong> Estudo ecológico descritivo, com base na análise secundária de informações disponíveis no Sistema de Informação sobre Mortalidade no período correspondente de 2010 a 2019 no estado da Bahia. A análise dos dados foi realizada mediante utilização do <em>software Microsoft Office Excel®</em> onde os dados foram tabulados e, posteriormente, encaminhados para análise no <em>software Statistical Package for the Social Sciences®</em>. <strong>Resultados: </strong>Observou-se um total de 129036 óbitos decorrentes das causas externas, os anos de 2017, 2016 e 2012 foram os que mais notificaram óbitos. Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista representaram os municípios com indicadores mais elevados de mortalidade dentro do período temporal avaliado. Analisando o perfil das vítimas, indivíduos do sexo masculino, de cor não branca, solteiros, com faixa etária de 20 a 29 anos e escolaridade entre 4 a 7 anos foram os principais acometidos. As principais causas de óbitos segundo o CID-10 foram as agressões e acidentes. A via pública, o ambiente hospitalar e o domicílio se configuraram como principais locais de mortes. <strong>Conclusão: </strong>Indivíduos do sexo masculino, de cor não branca, solteiros, com faixa etária de 20 a 29 anos, e escolaridade entre 4 a 7 anos foram os mais propensos a mortalidade por causas externas no estado da Bahia durante a última década. Esses resultados evidenciam a importância de políticas públicas voltadas especialmente para essa população vulnerável.</p> 2021-08-10T11:52:51-03:00 Copyright (c) 2021 Ana Flávia Souto Figueiredo Nepomuceno, Mariana Souto Figueiredo, VerÍssimo Santos de Jesus https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10291 INTERNAÇÕES DE MULHERES DE 50 ANOS OU MAIS POR FRATURA DO FÊMUR NO BRASIL EM 2018 2021-08-12T22:54:06-03:00 Meirelayne Borges Duarte meirelayne.duarte@unifacs.br Felype Figueired Rios felypef15@gmail.com Hermógenes Oliveira Neves Júnior hermogenes_iga@hotmail.com <p><strong>Objetivo</strong>: Analisar as internações de mulheres de 50 anos ou mais com fratura do fêmur nas regiões brasileiras. <strong>Método</strong>: Estudo ecológico com dados do Sistema de Informações Hospitalares sobre as internações por fratura de fêmur, em mulheres de 50 anos ou mais, no Brasil, em 2018. Foram analisadas as taxas de internação e de letalidade hospitalar, custo médio e tempo médio de permanência hospitalar (TMPH). <strong>Resultados</strong>: Evidenciou-se taxa de internação = 158,2 por 100.000 habitantes; TMPH = 8,7 dias; custo médio = R$ 2.577,60; taxa de letalidade = 4,8%. Enquanto as taxas de internação e de letalidade aumentaram com a idade, o TMPH ou o custo médio não variaram. A maior taxa de internamento e o menor TMPH foram encontrados na Região Sul e na Região Norte, respectivamente. <strong>Conclusão</strong>: O estudo evidencia aumento da morbimortalidade por fratura de fêmur com a longevidade, além de desigualdades entre as regiões brasileiras.</p> 2021-08-12T22:54:05-03:00 Copyright (c) 2021 Meirelayne Borges Duarte, Felype Figueired Rios, Hermógenes Oliveira Neves Júnior https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/11838 EXPERIÊNCIAS DOS FAMILIARES DOS PACIENTES PEDIÁTRICOS ONCOLÓGICOS FRENTE AO ENFRENTAMENTO DO ADOECIMENTO E HOSPITALIZAÇÃO 2021-08-31T10:49:52-03:00 Luana Otoni Blanc lob_puc@yahoo.com.br Sara Otoni Blanc saraotoni06@gmail.com Márcio Jamerson Pinheiro Lucio jamespinheirodf@gmail.com Carolina Santos Gondim Nascimento carol_9977@hotmail.com Luiza Maria de Oliveira Braga Silveira luizasilveira@hotmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> o estudo visou compreender as necessidades, as dificuldades e as estratégias de enfrentamento de familiares cuidadores de pacientes oncológicos pediátricos. <strong>Método:</strong> para tanto, realizou-se um estudo qualitativo de natureza descritiva-exploratória, com base na elaboração de grupos focais com cuidadores de pacientes oncológicos. Buscou-se analisar as necessidades dos familiares cuidadores dos pacientes oncológicos a partir da análise de conteúdo dos grupos focais. <strong>Resultados:</strong> tendo em vista a análise do conteúdo das entrevistas transcritas, foi possível a formação de três eixos temáticos dos quais derivaram as categorias: “Os sentimentos experimentados frente ao tratamento”, “Compartilhamentos para enfrentamento” e “Espiritualidade”. <strong>Discussão:</strong> a análise e discussão dos achados apontaram para a sobrecarga emocional dos cuidadores e da própria criança, o papel da rede de cuidados enquanto fonte de apoio e de trocas, assim como a importância da espiritualidade como estratégia de enfrentamento. <strong>Conclusão:</strong> dessa forma, permitiu aos profissionais da saúde reconhecer essas dúvidas, dificuldades e angústias; para que compreendam as particularidades do cuidado, a fim de ampará-los.</p> 2021-08-31T10:49:51-03:00 Copyright (c) 2021 Luana Otoni Blanc, Sara Otoni Blanc, Márcio Jamerson Pinheiro Lucio, Carolina Santos Gondim Nascimento, Luiza Maria de Oliveira Braga Silveira https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10661 ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM HOSPITAL DA REDE PÚBLICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 2021-06-10T16:11:55-03:00 Bruno Girão Antunes brunogirao8@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> expor os procedimentos aplicados e condições hospitalares em um programa de residência por profissional de Fonoaudiologia. <strong>Métodos:</strong> trata-se de uma pesquisa descritiva, exploratória, com abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência, realizada em um hospital estadual da rede pública, situado no município de Salvador/Bahia, no período de março a dezembro de 2019. <strong>Resultados: </strong>o residente atua em praticamente todas as unidades do hospital, prestando atendimento a pacientes com diferentes enfermidades, submetido a uma carga horária exaustiva (60 horas semanais), bem como a dificuldades comuns à rede pública de saúde (falta de insumos/materiais, instalações precárias, equipamentos defeituosos, demora na realização de exames ou procedimentos). Apesar disso, o programa de residência é capaz de proporcionar grande aprendizado e amadurecimento (pessoal e profissional), a troca de experiências com demais membros da equipe de saúde e o fortalecimento da autonomia e independência. <strong>Conclusão: </strong>a atuação do fonoaudiólogo residente no âmbito hospitalar, especialmente na rede pública, tem fundamental relevância, na medida em que proporciona ao hospital contemplado profissionais com formação recente e, portanto, dotados de um olhar atual sobre o cenário que se apresenta, bem como minimiza a sobrecarga dos setores, ao possibilitar que mais pacientes sejam atendidos em um mesmo intervalo de tempo. Por fim, o programa de residência contribui na formação dos bacharéis em Fonoaudiologia, os quais poderão retornar ao serviço público (hospitalar ou não) com maior domínio teórico-prático, beneficiando àqueles indivíduos que necessitarem de atendimento.</p> 2021-06-04T12:14:45-03:00 Copyright (c) 2021 Bruno Girão Antunes https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10144 DESAFIOS DA ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA NO NASF-AB: UMA REVISÃO DA LITERATURA 2021-03-03T00:07:48-03:00 Dayane Jhenifer Ribeiro Silva Silva dayaneribeiros@outlook.com Maria Clara Botelho Vieira Amorim Amorim mclarabotelho7@gmail.com Thaís Cristina Diniz da Silva Silva thaiscvelten@gmail.com Sarah Elstner Lanza Santos Santos sarahelstnerlanza@gmail.com Vitória Nunes Silva Silva vitorianunes4898@gmail.com Sabrina Oliveira Viana Viana sabrinaviana@yahoo.com.br <p><strong>Introdução:</strong> O Fisioterapeuta desempenha importante papel no NASF-AB, desenvolvendo ações assistenciais e técnico pedagógicas a fim de apoiar as equipes na promoção da saúde e prevenção de agravos à população atendida. <strong>Objetivo:</strong>&nbsp;Identificar os desafios enfrentados pelo Fisioterapeuta&nbsp;durante sua atuação no NASF-AB.&nbsp;<strong>Métodos:</strong>&nbsp;Realizou-se&nbsp;uma revisão bibliográfica narrativa por meio&nbsp;de pesquisa nas bases de dados LILACS, SciELO e PubMed, usando combinações dos descritores: fisioterapia, saúde da família, atenção primária à saúde, Atenção Básica, Brasil e NASF. As listas de referências dos artigos selecionados foram consultadas a fim de incluir novos estudos. <strong>Resultados e discussão:</strong> Foram incluídos na revisão 11 estudos brasileiros, sendo nove de natureza qualitativa, publicados em periódicos científicos entre janeiro de 2008 e junho de 2020, que abordaram as dificuldades da atuação do Fisioterapeuta no programa segundo a percepção dos usuários, Fisioterapeutas e/ou demais profissionais da Atenção Básica. Os desafios mais frequentes foram: infraestrutura das UBS, trabalho em equipe multiprofissional, habilidade para atuar na AB, formação acadêmica e relação entre carga horária e demanda referenciada para a categoria. As principais causas dos desafios encontrados foram: problemas na gestão e coordenação das equipes de NASF-AB, ênfase no uso de tecnologias duras, relacionamento interpessoal difícil e resistência ao modelo interdisciplinar e preventivista. <strong>Conclusão:</strong> Conhecer os entraves à atuação do Fisioterapeuta no NASF-AB pode orientar processos formativos e de educação continuada que resultem na qualificação do profissional, melhorando a qualidade do serviço prestado à população.</p> 2021-03-02T20:45:13-03:00 Copyright (c) 2021 Dayane Jhenifer Ribeiro Silva Silva, Maria Clara Botelho Vieira Amorim Amorim, Thaís Cristina Diniz da Silva Silva, Sarah Elstner Lanza Santos Santos, Vitória Nunes Silva Silva, Sabrina Oliveira Viana Viana https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/11351 BARREIRAS AO ACESSO A SERVIÇOS DE SAÚDE À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA 2021-06-10T16:14:30-03:00 Ane Milena Macêdo de Castro anemilenamacedoc@gmail.com Jackeline Sousa da Silva jackeline.sousas@gmail.com Lohanna Chrystina dos Santos Antunes de Macedo lohannachrystinasam@gmail.com Nathalia Silva Fontana Rosa nathalia.rosa@gmail.com Débora Cristina Bertussi dbertussi@gmail.com Mara Lisiane de Moraes dos Santos maralisi@globo.com Emerson Elias Merhy emerhy@gmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> O objetivo do estudo foi identificar a produção científica acerca das barreiras de acesso ao cuidado em saúde às pessoas com deficiência no Brasil. <strong>Método:</strong> Foi realizada uma Revisão Integrativa, elegendo-se artigos publicados nas bases de dados: PUBMED/MEDLINE, LILACS, Science Direct, Web of Science e SCOPUS. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 10 artigos na amostra final. Os dados foram analisados e sistematizados em 4 categorias: barreiras organizacionais; barreiras socioeconômicas; barreiras arquitetônicas e de comunicação e barreiras relacionais. Outras questões transversais interferem significativamente no acesso e barreira às pessoas com deficiência na sociedade, como transporte, acessibilidade e fatores socioeconômicos que, associadas ao capacitismo, impactam na vida cotidiana, inclusive na produção da saúde. <strong>Conclusão:</strong> As barreiras de acesso aos serviços de saúde são multifatoriais e emergem de questões organizacionais, estruturais, financeiras, relacionais, sociais e culturais, fortemente presentes no cotidiano e demandam dos usuários e seus familiares um exercício de resistência e paciência. Fica explícita a necessidade da ampliação e qualificação do acesso à saúde a essa população que é vulnerabilizada e invisibilizada.</p> 2021-06-10T16:02:45-03:00 Copyright (c) 2021 Ane Milena Macêdo de Castro, Jackeline Sousa da Silva, Lohanna Chrystina dos Santos Antunes de Macedo, Nathalia Silva Fontana Rosa, Débora Cristina Bertussi, Mara Lisiane de Moraes dos Santos, Emerson Elias Merhy https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/11258 DETERMINANTES DO DESMAME PRECOCE: REVISÃO INTEGRATIVA 2021-08-12T22:18:09-03:00 Rosália Teixeira Luz rosluz@gmail.com Raiana Almeida Cardoso raiannacardoso@hotmail.com Layres Canuta Cardoso Climaco laycanuta@gmail.com Marizete Argolo Teixeira marizeteargolo@uesb.edu.br Nayara Mendes Cruz nayaramendescruz@hotmail.com Vivian Mara Ribeiro vmribeiro@uesb.edu.br Ivana Santos Ferraz ivana_ferraz@hotmail.com <p><strong>Objetivo:</strong> Verificar na literatura científica quais os determinantes do desmame precoce. <strong>Método:</strong> Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada no período de maio a junho de 2020 na Biblioteca Virtual em Saúde, <em>Scientific Eletronic Library Online</em>, e do Caribe em Ciências de Saúde, utilizando-se os seguintes descritores com inter-relação do operador booleano <em>and:</em> Aleitamento materno; amamentação; desmame precoce. Os dados foram analisados pela técnica de análise de conteúdo. <strong>Resultados:</strong> os principais determinantes que levam ao desmame precoce, mas que muitas vezes não são vistos com clareza pelas mães, foram identificados através de quatros categorias: “Desmame precoce associado ao déficit de conhecimento materno”; “Crenças e tabus alimentares considerados determinantes do desmame precoce”; “Uso de chupetas e mamadeiras como fator predisponente do desmame precoce” e “Influência de familiares e conhecidos como indutor do desmame precoce”. <strong>Conclusão:</strong> faz-se necessário capacitar os profissionais de saúde, no intuito de que eles possam promover, proteger e apoiar, junto às mulheres, o processo de amamentação, favorecendo uma redução nos índices do desmame precoce</p> 2021-08-12T22:18:07-03:00 Copyright (c) 2021 Rosália Teixeira Luz, Raiana Almeida Cardoso, Layres Canuta Cardoso Climaco, Marizete Argolo Teixeira, Nayara Mendes Cruz, Vivian Mara Ribeiro, Ivana Santos Ferraz https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/10875 A ATUAÇÃO DO FISIOTERAPEUTA NO PRÉ-PARTO, PARTO E PÓS-PARTO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA 2021-08-31T10:58:02-03:00 Juliano Gusmão de Oliveira julianogusmaoo@hotmail.com Jéssica Meira Mendes jmmendesfisio@gmail.com Zelândia Pereira Santana zelandiasantana10@gmail.com Maria Aparecida Santos Oliveira maparecida96825@gmail.com Lara Martins Araujo larocamartttins@gmail.com <p><strong>Objetivo: </strong>Identificar na literatura as abordagens fisioterapêuticas empregadas no pré-parto, parto e pós-parto, referindo-se às produções científicas publicadas entre os anos 2015 e 2020.<strong> Métodos: </strong>Trata-se de uma Revisão Integrativa. A coleta e análise de dados foi efetuada nas bases de dados PEDro (Physiotherapy Evidence Database) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), e em outras fontes. Dentre os 111 estudos identificados<strong>, </strong>27 foram incluídos na revisão juntamente com 3 publicações de outras fontes, totalizando 30 estudos incluídos.<strong> Resultados: </strong>Em relação ao período do ciclo gravídico puerperal, a maioria dos estudos tiveram como foco o período pré-natal. A maior parte das intervenções fisioterapêuticas abordadas de uma maneira específica pelos estudos, estavam relacionadas à exercícios para os músculos do assoalho pélvico (empregada especialmente durante a gestação e pós-parto); acupuntura (para qualquer fase do ciclo gravídico puerperal) e bola de parto (utilizada durante o parto). <strong>Conclusão: </strong>Intervenções, especialmente no período pré-natal/pré-parto, apesar de proporcionar notório feedback positivo para problemas específicos (e. g. dor lombar e/ou pélvica), como a técnica de energia muscular, pilates e bandagem elástica, ainda necessitam de evidências com metodologias mais rigorosas para que possam ser recomendadas para a prática clínica com justificativas contundentes.</p> <p><strong>&nbsp;</strong></p> 2021-08-31T10:58:01-03:00 Copyright (c) 2021 Juliano Gusmão de Oliveira, Jéssica Meira Mendes , Zelândia Pereira Santana , Maria Aparecida Santos Oliveira , Lara Martins Araujo https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/12643 CONDIÇÕES DE SAÚDE E ESTILO DE VIDA DE IDOSOS: MÉTODOS E DESENVOLVIMENTO DO ESTUDO 2021-09-09T22:21:07-03:00 Cezar Augusto Casotti cacasotti@uesb.edu.br Claudio Bispo de Almeida cbalmeida@uneb.br Lucas dos Santos lsantos.ed.f@gmail.com Paulo da Fonseca Valença Neto paulo.neto@saude.gov.br Thaís Barros do Carmo thais_barros12@hotmail.com <p>O presente manuscrito objetiva descrever o método empregado no planejamento e coleta de dados da pesquisa de base populacional, “Condições de saúde e estilo de vida de idosos residentes em Aiquara-BA”. Trata-se de um estudo epidemiológico, tipo coorte dinâmica, realizado com idosos residentes na zona urbana de Aiquara-BA, município de pequeno porte populacional. Os dados do estudo linha de base foram coletados no ano de 2013. Por meio de visita a todos os domicílios da zona urbana foram identificados os residentes com 60 anos ou mais.&nbsp; Os dados foram obtidos em três etapas. Na primeira, por meio de entrevistas face a face realizada no domicílio, entrevistadores padronizados obtiveram as informações biosociodemográficas, de acesso aos serviços de saúde, condições de saúde auto referidas, e Instrumentos validados para mensurar qualidade de vida (WHOQOL- BREF e OLD), nível de atividade física (IPAQ), funcionalidade (Escalas de Katz e Lawton) e rastrear transtorno mental (GDS-15 e SRQ-20). Na segunda etapa, após agendamento, foram mensuradas pressão arterial, medidas antropométricas e realizados os testes de desempenho motor. Na terceira, bioquímicos coletaram, armazenaram e processaram amostras sanguíneas, em um laboratório de análises clínicas. Os dados obtidos foram digitados em duplicata, e após as correções analisados em diferentes programas estatísticos. Os resultados permitiram conhecer o impacto do estilo de vida desfavorável na condição de saúde de idosos residentes em Aiquara, Bahia, Brasil.</p> 2021-09-01T09:13:51-03:00 Copyright (c) 2021 Cezar Augusto Casotti, Claudio Bispo de Almeida, Lucas dos Santos, Paulo da Fonseca Valença Neto, Thaís Barros do Carmo