https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/issue/feed Práticas e Cuidado: Revista de Saúde Coletiva 2022-05-17T20:25:21-03:00 Prof. Dr. Marcio Souza e Prof. Dr. Ricardo Mussi mcsouza@uneb.br Open Journal Systems <p>A Práticas e Cuidado: Revista de Saúde Coletiva (PC-RESC) (eISSN: 2675-7591) , instituída no ano de 2020, é um periódico vinculado à Área de Saúde Coletivaà, ao Programa de Residência de Multiprofissional de Saúde e ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (MEPISCO) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). A PC-RESC é editada em sistema de fluxo contínuo para submissão e publicação. O escopo da PC-RESC inclui produções com enfoque multidisciplinar e interprofissional no campo da Saúde Coletiva. A PC-RESC publica dossiês temáticos, relatos de experiências e/ou de casos, artigos originais, revisões de literatura, resenhas e carta ao editor, aceitos após processo de revisão, nas línguas <strong>portuguesa, espanhola, francesa&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>inglesa</strong>&nbsp;conforme normatização apresentada nas diretrizes para autoras(es).</p> https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/13164 ASSOCIAÇÃO ENTRE MANEJO NUTRICIONAL E OBTENÇÃO DE ALVOS TERAPÊUTICOS DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2 ATENDIDOS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 2022-02-13T14:39:10-03:00 Isadora Staggemeier Pasini nutri.isadorapasini@gmail.com Marina Carvalho Berbigier mcberbigier@hcpa.edu.br Ilaine Schuch ischuch@hcpa.edu.br <p><strong>Objetivo: </strong>Analisar as características de pacientes com DM2 acompanhados por equipes ampliadas de saúde da família (EqASF) incluindo o nutricionista em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no Sul do Brasil.<strong>&nbsp; Métodos: </strong>Estudo transversal realizado com a totalidade dos pacientes com DM2 atendidos por nutricionista em uma UBS entre janeiro de 2018 e dezembro de 2019. Foram incluídos os usuários que tinham acompanhamento individual por um período mínimo de três meses com profissional nutricionista e no mínimo duas aferições de exames bioquímicos de controle do diabetes. Dados da pesquisa obtidos em prontuários individuais. <strong>Resultados: </strong>Dos 142 pacientes atendidos, 64,1% eram idosos. Acerca das comorbidades, 83,8% dos pacientes apresentavam Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e 67,9% risco para doença cardiovascular (DCV) elevado. A média ajustada e o erro padrão da glicemia de jejum e hemoglobina glicada (HbA1c) observadas no momento inicial ao acompanhamento nutricional foram de, respectivamente, 177,73 mg/dL (6,62) e de 8,48 % (0,18). Após período de acompanhamento, os usuários apresentaram valores de 151,89 mg/dL (11,19) para glicemia de jejum (p=0,017) e 7,76 % (0,26) para HbA1c (p=0,001. Quanto ao perfil lipídico, valores aumentados de triglicerídeos e de índices de risco para DCV foram observados. Observou-se diferença significativa na melhora do controle glicêmico (glicemia de jejum e HbA1c) e no índice de massa corporal, mesmo essa não podendo ser considerada como impacto clínico. <strong>Conclusão: </strong>O acompanhamento nutricional pode auxiliar no controle glicêmico, bem como na redução do risco de complicações secundárias dos indivíduos com diabetes na Atenção Primária à Saúde.</p> 2022-02-09T19:47:49-03:00 Copyright (c) 2022 Isadora Staggemeier Pasini, Marina Carvalho Berbigier, Ilaine Schuch https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/13024 INDICADORES DE MORBIMORTALIDADE DA COVID-19 EM MUNICÍPIO DE PEQUENO PORTE DO ESTADO DA BAHIA 2022-03-26T22:06:41-03:00 Ana Luísa Macedo de Amorim a.liusa.amorim8@gmail.com Everton da Silva Santos evertonuneb@gamil.com Luiza Rios Gonçalves Silva luizarios1999@gmail.com Renilza Jesus dos Santos renilzaajessuss@gamil.com Cátia Vanessa Rodrigues dos Santos catiavanessa11@live.com Cleuma Sueli Santos Suto csuto@uneb.br <p><strong>Objetivo</strong>: Analisar dados de morbimortalidade sobre a COVID-19 do Município de Pindobaçu, Bahia, no período de março a agosto de 2021. <strong>Métodos</strong>: Trata-se de um estudo epidemiológico, com dados agregados, coletados em dois períodos, nos portais GEOCOVID 19 e Transparência Bahia, apresentados por meio de indicadores da morbimortalidade, taxa de evolução da doença, taxa de reprodução efetiva e vacinação. <strong>Resultados</strong>: A média móvel cresceu, saindo de 1 para 1,43; os casos acumulados em cinco meses configuraram um percentual de crescimento de 16,2%. A mortalidade por cem mil habitantes que era de 134,34 subiu para 154,24 e a taxa de letalidade apresentou crescimento de 11,16%. A taxa de evolução de óbitos encontra-se negativa (-100%) e apenas 18,93% da população encontra-se vacinada com duas doses. A projeção de casos para um mês após o período analisado, em relação aos casos por dia e média móvel, indica que o município não terá nenhum caso novo. <strong>Conclusão: </strong>Os indicadores apontam para uma estabilização nos casos novos e óbitos. As decisões relacionadas ao enfrentamento da pandemia foram adotadas tardiamente pela gestão municipal por meio da implementação de medidas de isolamento social e as ações de imunização necessitam de intensificação para o efetivo controle da COVID-19. Sugere-se que novos estudos possam ser realizados utilizando-se o Portal GEOCOVID e, assim, outras situações epidemiológicas sejam evidenciadas no estado.</p> 2022-03-26T22:06:40-03:00 Copyright (c) 2022 Ana Luísa Macedo de Amorim, Everton da Silva Santos, Luiza Rios Gonçalves Silva, Renilza Jesus dos Santos, Cátia Vanessa Rodrigues dos Santos, Cleuma Sueli Santos Suto https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/11789 ATUAÇÃO DO MÉDICO DE FAMÍLIA NO ATENDIMENTO À POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA NO CONTEXTO DA PANDEMIA – UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 2022-03-03T12:29:27-03:00 Carla Viviane dos Santos Cerqueira carlaviviane.cerqueira@gmail.com Bruno Luiz Ribeiro Campos Neves bruno_rcn@hotmail.com <p>O ano de 2020 se caracterizou pela crise sanitária de proporção internacional, que foi a pandemia pelo vírus SARS-CoV-2, causador da enfermidade respiratória <em>Corona Virus Disease -19</em> (COVID-19) e, a partir daí, foram necessárias medidas sanitárias para o controle da sua disseminação. Nesse contexto, destaca-se o grupo das pessoas em situação de rua, que vivem em condições de extrema vulnerabilidade social, sem acesso aos serviços de saúde e com condições precárias de higiene, bem como impossibilitadas de realizar isolamento domiciliar. Desta forma, este artigo trata-se de um relato de experiência que teve como objetivo relatar a vivência de uma residente de medicina de família e comunidade, no atendimento à população em situação de rua do município de Camaçari-Ba no período da pandemia por Coronavírus, durante a realização do estágio eletivo no segundo ano de residência no ano de 2020. Onde, durante este período, foi possível desenvolver atividades itinerantes em parceria com profissionais da atenção básica para ações assistenciais específicas para esse grupo populacional. Desta forma, enquanto médica residente em saúde da família, pude direcionar minha atuação para demandas inerentes a população em situação de rua do município e desenvolvimento de articulação com outros serviços integrantes da rede de saúde. Podendo-se perceber com essa experiência a importância da criação de políticas públicas direcionadas para a população de rua, a importância da atenção básica, bem como do trabalho em equipe multiprofissional e articulação em rede tanto na pandemia quanto fora desse cenário.</p> 2022-03-03T12:29:26-03:00 Copyright (c) 2022 Carla Viviane dos Santos Cerqueira, Bruno Luiz Ribeiro Campos Neves https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/11295 SAÚDE MENTAL, DEPRESSÃO E ATENÇÃO PRIMÁRIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE UM RESIDENTE DE MEDICINA DE FAMILIA E COMUNIDADE 2022-03-22T10:27:16-03:00 João Paulo Barreto Borges Coroa joaopaulobborges@gmal.com <p><strong>Objetivo</strong>: O presente trabalho tem como objetivo relatar e resgatar a experiência vivida ao longo do primeiro ano de residência, a partir do método de relato de experiência.&nbsp; <strong>Método</strong>: Trazendo reflexões acerca das vivências durante o processo de cuidado de uma mulher, preta, em um processo de episódio depressivo maior, em uma unidade de saúde da família em Camaçari – Bahia. <strong>Resultados</strong>: Podendo assim refletir sobre o poder do vínculo e ferramentas como o método clínico centrado na pessoa na prática da clínica ampliada. <strong>Conclusão</strong>: Esta experiência teve o poder de transformar minha prática clínica herdada da academia e trazendo novas óticas sobre a relação médico-paciente e o processo terapêutico na realidade da Medicina de Família e Comunidade.</p> 2022-03-03T12:40:16-03:00 Copyright (c) 2022 João Paulo Barreto Borges Coroa https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/12854 DIMENSÕES DO APOIO MATRICIAL: DISPOSITIVO NA ORGANIZAÇÃO DO CUIDADO E NA FORMAÇÃO EM SAÚDE 2022-03-27T09:39:53-03:00 Debora Cristina Bertussi dbertussi@gmail.com Maria Paula Cerqueira Gomes paulacerqueiraufrj@gmail.com Laura Camargo Macruz Feuerwerker laura.macruz@gmail.com Emerson Elias Merhy emerhy@gmail.com <p><span style="font-weight: 400;">Este artigo pretende explorar duas dimensões do apoio matricial como um dispositivo: na&nbsp; organização do cuidado e na formação em saúde. Trata-se de um relato de experiência produzido a partir das narrativas dos autores com base no recolhimento e problematização de suas vivências nas diferentes redes de atenção à saúde no SUS. O a</span><span style="font-weight: 400;">poio matricial é uma potente estratégia para enfrentar a fragmentação do cuidado e para agenciar a relação entre equipes nos processos de transição do cuidado em saúde. Aproxima os especialistas das equipes da rede básica, criando a possibilidade de discussão conjunta de casos e manejo articulado de situações complexas, aumentando a resolubilidade. Outros efeitos encontrados foram a criação de espaços de produção de educação permanente em saúde entre as equipes e também a potencialização destes espaços de reflexão e troca como cenários de práticas para formação de estudantes de graduação em saúde. A experiência demonstrou que a imersão dos estudantes na dinâmica do apoio matricial foi capaz de problematizar o chamado "currículo colcha de retalhos”, experimentando a produção de linhas de cuidado transversais, ampliando o espaço de conversa entre diferentes redes. Produziu conexões vivas entre as equipes em que os usuários ganharam visibilidade, desenhando espaços compartilhados de aprendizagem e de processamento do que se vive. Igualmente, foi possível perceber, a abertura de espaços no cotidiano para reflexão sobre o mundo do trabalho, suas tensões, impasses e as produções do cuidado, possibilitando o reconhecimento mútuo dos profissionais e estudantes em um processo cooperativo e muito significativo de aprendizagem.</span></p> 2022-03-26T22:18:11-03:00 Copyright (c) 2022 Debora Cristina Bertussi, Maria Paula Cerqueira Gomes, Laura Camargo Macruz Feuerwerker, Emerson Elias Merhy https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/13046 POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA EM TEMPOS DE PANDEMIA: UM RELATO DA EXPERIÊNCIA INTERPROFISSIONAL EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE 2022-05-17T20:25:21-03:00 Kassiane Flori do Nascimento kassianeflori@gmail.com Deise Riquinho driquinho@hcpa.edu.br Darlise Rodrigues dos Passos Gomes darpassos@hcpa.edu.br Janaíra Dorneles de Quadros D'avila jdavila@hcpa.edu.br Mateus Augusto Baldissera mateusbaldissera@gmail.com <p><strong>Objetivo</strong>: Este artigo visa relatar as experiências de abordagem interprofissional à população em situação de rua durante o curso da pandemia de Covid-19 em uma Unidade Básica de Saúde do município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. <strong>Método</strong>: Trata-se de um estudo na modalidade de relato de experiência com base na observação e participação da equipe multiprofissional da unidade de saúde articulado com o serviço especializado em abordagem social da região de atendimento, no período de abril a julho de 2020, correspondente ao curso da pandemia de Covid-19 no Brasil. <strong>Resultados</strong>: Os resultados foram relatados em dois eixos: a formação de um grupo de trabalho interprofissional e intersetorial e a dimensão social da assistência em saúde à população de rua. <strong>Conclusão</strong>: Considera-se que a implantação de um plano específico de cuidados à população em situação de rua no âmbito da Atenção Primária à Saúde evidenciou, de um lado, as iniquidades e as fragilidades das ações de proteção a este segmento populacional, e de outro mostrou a potencialidade das ações intersetoriais no território.</p> 2022-05-17T20:25:20-03:00 Copyright (c) 2022 Kassiane Flori do Nascimento, Deise Riquinho, Darlise Rodrigues dos Passos Gomes, Janaíra Dorneles de Quadros D'avila, Mateus Augusto Baldissera https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/12335 MÉTODO PILATES NOS DISTÚRBIOS MUSCULOESQUELÉTICOS E PSICOSSOMÁTICOS EM INDIVÍDUOS COM CÂNCER DE MAMA: REVISÃO SISTEMÁTICA E METANÁLISE DE ENSAIOS CLÍNICOS RANDOMIZADOS 2022-01-25T16:59:21-03:00 Adrieli Cimarosti Borges 163807@upf.br Matheus Santos Gomes Jorge matheusjorge@upf.br <p><strong>Introdução</strong>: O câncer de mama é um dos tipos mais comuns e seu tratamento convencional pode causar complicações musculoesqueléticas e psicossomáticas importantes. O Método Pilates mostra-se como uma estratégia capaz de atenuar os sintomas adversos de saúde e produzir benefícios sobre estes aspectos nesta população. <strong>Objetivo</strong>: Revisar sistematicamente os efeitos do Método Pilates sobre os distúrbios musculoesqueléticos e psicossomáticos em indivíduos com câncer de mama. <strong>Método</strong>: Revisão sistemática e metanálise de ensaios clínicos randomizados realizada nas bases de dados Embase, Scopus, LILACS, <em>Web of Science</em>, <em>Cochrane Library</em>, Medline, PEDro e SciELO, utilizando os descritores “<em>Breast Neoplasms</em>” e “<em>Pilates Method</em>”. Dos 202 artigos encontrados, 10 foram incluídos neste estudo e seis analisados na metanálise para os desfechos dor, linfedema do membro acometido, amplitude de movimento do ombro acometido, força de preensão manual, funcionalidade e sintomas de ansiedade. A qualidade metodológica dos estudos foi analisada pela Escala PEDro e a metanálise realizada pelo <em>software</em> <em>Review</em> <em>Manager</em> versão 5.4 (Colaboração Cochrane). <strong>Resultados</strong>: O grupo Método Pilates apresentou superioridade sobre o grupo controle ou intervenção mínima no linfedema do membro acometido, nos movimentos de flexão, rotação externa e amplitude total do ombro acometido e nos sintomas de ansiedade (p≤0,05). Essa diferença não foi observada na dor, na força de preensão manual e na funcionalidade (p&gt;0,05). <strong>Conclusão</strong>: O Método Pilates produz melhores efeitos sobre o linfedema do membro acometido, a amplitude de movimento do ombro acometido e os sintomas de ansiedade em comparação ao controle ou intervenção mínima em indivíduos com câncer de mama.</p> 2022-01-25T14:43:08-03:00 Copyright (c) 2022 Adrieli Cimarosti Borges, Matheus Santos Gomes Jorge https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/11731 O “NOVO NORMAL” NO FAZER DA PSICOLOGIA 2022-03-14T12:08:46-03:00 Thaís Oliveira de Lacerda thaislacerda1305@gmail.com Larissa Gabriela Silva Santos larigss@hotmail.com Rafaella Bitencourt Costa rbitencourtcosta@gmail.com Zirlene dos Santos Matos Rebouças zirlenemattos07@gmail.com Camila Barreto Bonfim cbbonfim@uneb.br <p><strong>Objetivo</strong>: Este artigo possui como objetivo compreender os principais desafios e potencialidades encontrados pelos psicólogos na construção do novo fazer da Psicologia diante da pandemia de COVID-19. <strong>Método</strong>: Foi realizada revisão integrativa de artigos científicos, resoluções e cartilhas. <strong>Resultados</strong>: Verificou-se que a pandemia exigiu dos psicólogos adaptações em sua prática, com intervenções condizentes à emergência pandêmica, realizados por meio das tecnologias de informação e comunicação (TIC). Foram utilizados conhecimentos da Psicologia das Emergências e Desastres que contribuem na construção de intervenções apropriadas aos impactos sobre a saúde mental causados por emergências. <strong>Conclusão</strong>: Observou-se que atendimentos psicológicos por meio das TIC é bastante recente e tem apresentado desafios e potencialidades. Destacam-se como desafios a privacidade, segurança dos dados, não aplicabilidade a todos casos e precarização do trabalho do psicólogo na pandemia. Ressalta-se como potencialidades: maior acessibilidade, quebra de barreiras de tempo e espaço e redução de estigmas sociais comuns no contexto da pandemia.</p> 2022-03-14T08:04:45-03:00 Copyright (c) 2022 Thaís Oliveira de Lacerda, Larissa Gabriela Silva Santos, Rafaella Bitencourt Costa, Zirlene dos Santos Matos Rebouças, Camila Barreto Bonfim https://revistas.uneb.br/index.php/saudecoletiva/article/view/12360 COMPAIXÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA DE COVID-19 2022-03-30T16:05:34-03:00 Ana Carolaine de Souza Batista carolainesouzaz18@gmail.com Rudval Souza da Silva rudsouza@uneb.br <p><strong>Objetivo:</strong> Refletir sobre a compaixão em tempos de pandemia de COVID-19. <strong>Métodos:</strong> Estudo do tipo revisão narrativa tendo como base a estrutura de um ensaio teórico reflexivo que visa contribuir com discussões sobre a compaixão e sobre como ela vem sendo manifestada diante do atual cenário de pandemia. <strong>Resultados e discussão:</strong> A partir dessa reflexão foi possível observar que a pandemia de COVID-19 tem aflorado discussões acerca da importância da compaixão, a partir do momento em que os profissionais da saúde se sentem sensibilizados diante o sofrimento dos pacientes e do distanciamento destes dos seus familiares. Assim, espera-se com essa reflexão incentivar a prática de atitudes compassivas no meio social, nos ambientes de cuidados aos pacientes com COVID-19, e reforçar sua importância como qualidade altruísta dos profissionais da saúde, com enfoque para aqueles do campo da enfermagem, considerando sua presença constante nos cuidados aos pacientes hospitalizados e diagnosticados com COVID-19. <strong>Considerações finais: </strong>Conhecer, refletir e discutir a compaixão que deve ser uma prática diária diante de momentos tão difíceis que tem sido vivenciado, de modo a contribuir para que a sociedade e equipes de saúde demostrem toda sua sensibilidade compassiva consigo e com o outro, não somente durante a pandemia, mas para além dela.</p> 2022-03-30T16:05:33-03:00 Copyright (c) 2022 Ana Carolaine de Souza Batista, Rudval Souza da Silva