A PRESENÇA DE ANTÔNIO CONSELHEIRO EM SERGIPE

  • José Bezerra Lima Irmão

Resumo

Pretende-se neste trabalho avivar um aspecto da saga do Conselheiro pouco estudado: sua passagem por Sergipe em sua jornada do Ceará para a Bahia, assinalando- se as obras comunitárias realizadas nessa ocasião em Curralinho, Itabaiana e Riachão do Dantas, bem como sua peregrinação, mais tarde, por Simão Dias e Lagarto, destacando- se por fim a construção e restauração de igrejas e cemitérios em Campos (Tobias Barreto), Itabaianinha, Geru e Vila Cristina (Cristinápolis). A Guerra de Canudos foi uma guerra unilateral, uma agressão. Procura-se aqui reparar o equívoco perpetrado contra sua figura histórica, retratado como uma criatura esquisita, um louco. O Conselheiro não tinha nada de louco. Nas circunstâncias do seu tempo e do meio em que viveu, foi um homem cuja memória deve ser tratada com respeito. Um homem que pregava o bem e realizava obras que caberia ao governo fazer – o governo só aparecia para punir e para cobrar impostos.

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Publicado
2021-07-11
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