Desafios e motivações da permanência no PROEJA

Instituto Federal do Amapá - Brasil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2026.v35.n82.p52-68

Palavras-chave:

Memorias, Educação de Jovens e Adultos, Permanência Escolar

Resumo

Este artigo analisa as possibilidades da assistência estudantil como política de permanência para estudantes do Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá. A pesquisa, de caráter qualitativo e quantitativo, foi realizada por meio da aplicação de questionários aplicados a estudantes matriculados entre julho de 2022 e julho de 2024, abordando tanto aspectos objetivos quanto subjetivos da vivência escolar. Os resultados indicam as dificuldades socioeconômicas dos estudantes, que, não há assistência psicológica. As vozes dos estudantes, evidenciadas em mensagens motivacionais e sugestões de melhoria, reforçam a necessidade de políticas mais sensíveis e emancipatórias, o estudo propõe a ampliação crítica do conceito de permanência e êxito, para além da lógica compensatória, como direito à educação com dignidade e humanidade.

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Biografia do Autor

Alan Junior Lima do Espirito Santo , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá - IFAP

Possui graduação em Matemática pela Universidade Estadual Vale do Acaraú (2014). Atualmente é assistente em administração do Instituto Federal do Amapá. Em exercício na Superintendência do Patrimônio da União no Amapá . Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Matemática. Mestrando em Educação Profissional e Tecnológica no Amapá - Profept. 

Nubia Caramello, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá - IFAP

Pós-doutoranda no Programa de Desenvolvimento Rural Sustentável - UNIOESTE com instância investigativa junto ao Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território na Universidade de Coimbra. Professora Adjunta no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Amapá -IFAP (atuando no ensino médio, graduação, especialização Lato e Stritco Sensu - Mestrado de Educação Profissional e Tecnológica-ProfEPT), cursos FICs profissionalizantes e (via cooperação técnica) no Mestrado Profissional em rede Nacional em Gestão e Regulação dos Recursos Hídricos - ProfÁgua Polo Ji-Paraná/RO, na Universidade Federal de Rondônia. Coordenadora no Amapá de projetos aprovados na Iniciativa Amazônia + 10 (2022 e 2024) junto a pesquisadores da UFSCAR, UNIOESTE e UNIR e Projetos de fomentos financiado pela Fundação Iratapuru. Integra O Núcleo Temático de Estudos Aplicados à questões hídricas do Bioma Amazônia (NUTEA Águas da Amazônia). Coordena projetos de pesquisa, ensino e extensão na Bacia Hidrográfica do Rio Jari - Fronteira com Suriname e Guiana Francesa e na Bacia Hidrográfica do Rio Guaporé, nas linhas de qualidade hídrica, governança por comunidades tradicionais, mudanças climáticas, bioeconomia, turismo e ODSs. Realizou o doutorado pleno em Geografia, na Universidade Autônoma de Barcelona - UAB/Cataluña (Bolsista CAPES) reconhecido e validado pela Universidade Federal do Ceará. Mestrado e Graduação em Geografia, e em Pedagogia através da Universidade Federal de Rondônia - UNIR. Especialista em Processamento das Informações Geográficas na Gestão Ambiental, em Metodologia do Ensino Profissional e Tecnológico (IFAP), e em Gestão Pública (IFAM). Integrante como pesquisadora nos grupos de pesquisa: Aigua, Territori i Sostenibilitat GRATS (UAB/Cataluña); Dinâmica e Gestão de Rios (Geomorphos/UFRJ), Resiliência Climática RIPERC. e idealizadora do Grupo Experiemental de Pesquisa Diálogo Hídrico Multidisciplinar (motivando a pesquisa dentro e fora dos territórios universitários) Passa a compor o grupo de pesquisa Centro de Estudos em Ecologia e Manejo na Amazônia -CEEMA. Atuando nas linhas de pesquisa Conservação, Biodiversidade, Sociodiversidade, ecologia humana e políticas públicas. Pesquisadora de indicadores e metodologias que viabilizem Plano de Bacia Hidrográfica e mecanismo de Gestão de Bacia Hidrográfica e de Territórios Fluviais Integrados ao interesse dos atores locais. Dedica-se como pesquisadora a metodologia de ensino de geografia ativa participava, através de projetos de iniciação cientifica (para uma alfabetização geográfica significativa a partir do espaço vivido) paralelo a docência no ensino básico. No mestrado o foco de pesquisa é o mapeamento de indicadores perceptivos para mediação de gestão de Rios e recursos hídricos participativa, eficiência de instrumentos de gestão de recursos hídricos, desenvolvimento territorial inclusivo a cadeias produtivas de interesse de comunidades e ao diálogo fluvial na adoção da Agenda 2030 como diretriz para o desenho local da sustentabilidade.

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Publicado

2026-06-29

Como Citar

ESPIRITO SANTO , A. J. L. do; CARAMELLO, N. Desafios e motivações da permanência no PROEJA: Instituto Federal do Amapá - Brasil. Revista da FAEEBA - Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 35, n. 82, p. 52–68, 2026. DOI: 10.21879/faeeba2358-0194.2026.v35.n82.p52-68. Disponível em: https://revistas.uneb.br/faeeba/article/view/26488. Acesso em: 7 out. 2026.