Quando a linguagem se faz gesto
a vitalidade automedial nas narrativas (auto)biográficas
DOI:
https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2025.v34.n80.p191-209Palavras-chave:
Narração, Mediação da Linguagem, Educação.Resumo
Este artigo discute a vitalidade das práticas auto mediais na articulação entre pesquisas narrativas (auto)biográficas e a teoria histórico-cultural, destacando as potencialidades e desafios dessa aproximação no campo da Educação. As narrativas de vida são compreendidas como material empírico que permite acessar processos de significação e desenvolvimento humano, evidenciando a centralidade dos sujeitos em seus contextos históricos, sociais e culturais. Por meio das práticas auto mediais, a narrativa é pensada como mediadora de sentidos, em que se articulam subjetividade e universalidade, o particular e o coletivo. Conclui-se que a aproximação entre narrativas (auto)biográficas e Teoria Histórico-Cultural, ao valer-se das práticas auto mediais centradas em todas as formas de expressão e linguagem, amplia as possibilidades de compreender os fenômenos educacionais em toda a sua complexidade.
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Atualizado em 15/07/2017

