Oralidade no Currículo
silenciamento feminino problematizado na formação docente
DOI:
https://doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2025.v34.n77.p224-242Palavras-chave:
Oralidade, Gênero, silenciamento, Formação docenteResumo
Neste artigo, trazemos reflexões para contribuir com as práticas de oralidade no currículo escolar, buscando nos alinhar a uma concepção de ensino de gêneros orais num viés problematizador. Para tanto, relacionamos o ensino de oralidade ao fenômeno do silenciamento, retomando os objetivos do ensino de Língua Portuguesa na escola básica, para relacioná-lo às questões de gênero e ao silenciamento feminino. Para tanto, buscamos responder quais são os sentidos dados à fala nas práticas de oralidade da educação básica construídos por ingressantes na universidade. Como percurso metodológicos, realizamos, em 2022, uma sessão reflexiva com alunas do 1º período de Pedagogia de uma universidade pública, gravada e transcrita para análise. Os dados evidenciam que a compreensão das alunas sobre as práticas de oralidade na escola se relaciona ao seu silenciamento e à imposição de normas. Como contribuição, mencionamos práticas curriculares em resistência a essas normas.
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Atualizado em 15/07/2017

