NOVO ENSINO MÉDIO: CONTRADIÇÕES, PERMANÊNCIAS E RUPTURAS NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.17794783Palavras-chave:
Ensino Médio, Reforma educacional, Trabalho docente, Políticas públicas, PrecarizaçãoResumo
Este ensaio teórico busca discutir criticamente a trajetória do Ensino Médio brasileiro, com ênfase na Lei nº 13.415/2017. A análise, de caráter histórico e crítico, visita marcos legais e educacionais para verificação de contradições, permanências e rupturas que atravessam as políticas dessa etapa do Ensino Básico. Destacam-se os efeitos sobre a organização curricular, a dualidade estrutural e o trabalho docente, marcado pela intensificação, precarização e adoecimento dessa categoria. As discussões indicam que, embora apresentada sob o discurso de modernização e protagonismo juvenil, a reforma do Novo Ensino Médio revela uma lógica mercadológica que fragiliza a autonomia pedagógica e compromete a formação integral. Os ajustes realizados posteriormente, pela Lei nº 14.945/2024, não eliminam tais contradições, mas reiteram o movimento de avanços e retrocessos que caracteriza historicamente as políticas do Ensino Médio brasileiro.
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