O TRATO DO HUKA-HUKA E DA CAPOEIRA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: EXPERIÊNCIAS NO PROGRAMA RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.20599206Palavras-chave:
Residência Pedagógica, Educação Física, LutasResumo
Esse trabalho teve como objetivo relatar as experiências formativas vivenciadas no Programa Residência Pedagógica (PRP), no curso de Educação Física da Universidade do Estado da Bahia – Campus XII. A intervenção pedagógica se deu em uma escola municipal da cidade de Guanambi-BA, com uma turma de 6° ano na unidade temática de lutas, explorando as lutas de matrizes afro-brasileira e indígena, sendo respectivamente a capoeira e o Huka-Huka. Utilizou-se como metodologia aulas teóricas e práticas, valorizando o diálogo e as discussões sobre as lutas em geral e a cultura afro-brasileira. Os resultados indicaram que, apesar das dificuldades iniciais, como a resistência dos alunos e a associação equivocada entre luta e violência, houve ampliação do repertório cultural dos estudantes e maior aceitação das práticas ao longo das aulas. Dessa forma, essa experiência reforçou a importância de diversificar os conteúdos da Educação Física escolar, buscando promover um ensino crítico e a valorização das expressões culturais historicamente marginalizadas.
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