MORIN E NIETZSCHE: COMPLEXIDADE E PARADOXO NA FORMAÇÃO DOCENTE DA EJA
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.14879456Palavras-chave:
Complexidade, Paradoxo, Educação de Jovens e Adultos, Formação DocenteResumo
Este artigo tem como objetivo discutir como as ideias de Edgar Morin sobre complexidade e de Friedrich Nietzsche sobre paradoxo podem contribuir para a formação docente na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Adotando uma metodologia qualitativa baseada em análise documental e observação participante, o estudo propõe explorar a aplicação desses conceitos para desenvolver uma prática pedagógica mais contextualizada, crítica e reflexiva. O referencial teórico inclui Morin, que defende uma abordagem transdisciplinar e integrada da realidade, reconhecendo a interconexão e a complexidade dos fenômenos, e Nietzsche, que valoriza a multiplicidade de perspectivas e a coexistência de contradições como fontes de criatividade e inovação. O problema central abordado é como essas ideias podem ajudar na criação de estratégias pedagógicas que lidem eficazmente com as particularidades e desafios dos alunos da EJA. As considerações finais sugerem que a incorporação das teorias de Morin e Nietzsche pode promover uma educação mais inclusiva e efetiva. Espera-se que essas estratégias ajudem os docentes a desenvolver uma visão crítica e reflexiva, valorizando a diversidade e a complexidade das trajetórias de vida dos alunos da EJA, promovendo, assim, uma formação docente mais engajada e significativa.
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