O Portunhol Selvagem: uma revolução na linguagem com imagens resgatadas do inconsciente coletivo

Warleson Peres

Resumo


O presente artigo almeja apresentar uma leitura interdisciplinar entre duas áreas das Ciências Humanas: a Literatura e a Psicologia. A primeira, é representada pelos Sonetos Selvagens de Douglas Diegues, elaborados em sua língua poética: o portunhol selvagem, que configura-se como uma hibridação linguístico-cultural que ocorre na Tríplice Fronteira. Já a segunda, fornece subsídios para uma leitura dialogal, a partir dos desdobramentos dos estudos de Carl Jung, através de teóricos como: Roberto Gambini, Henrique Pereira e Walter Boechat, entre outros.  Pretende-se promover uma discussão acerca de elementos que podem ser relacionados ao inconsciente coletivo e à captação de herança das culturas originais, mas que se tornaram identificações para os habitantes das fronteiras.

Palavras-chave


Inconsciente Coletivo; Identidade; Portunhol Selvagem

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ISSN: 2176-5782

Classificação Qualis CAPES: Linguística e Literatura - B3

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