A tradução intersemiótica em Frankenstein de Mary Shelley, The Little Girl Lost de William Blake e a série The Frankenstein Chronicles

Amanda Foro da Silva, Suellen Cordovil da Silva, Teofilo Augusto da Silva

Resumo


O principal objetivo deste artigo é investigar a tradução intersemiótica em três obras. O livro de Frankenstein de Mary Shelley, a série televisiva The Frankenstein Chronicles (2015) e um poema de William Blake intitulado The Little Girl Lost. Constatamos várias relações com o romance de Mary Shelley e trabalhos de William Blake com a série Televisiva. A teoria da tradução intersemiótica foi explanada por Julio Plaza (2003) e Roman Jakobson (2001) que tomam como base Charles Peirce, esse tipo de tradução basicamente significa a transmutação de um signo para outro. Portanto, o estudo desse trabalho veio para acrescentar mais informações sobre a tradução intersemiótica e de como a literatura pode ser projetada nas produções cinematográficas.

Palavras-chave


Tradução Intersemiótica; William Blake; The Little Girl Lost; Frankenstein; The Frankenstein Chronicles.

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ISSN: 2176-5782

Classificação Qualis CAPES: Linguística e Literatura - B3

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