Descomplicando o Vocabulário: Contribuições para o Diálogo Entre Educação e Saúde a partir da Série Sex Education

David Santana Lopes, Ludmila Soares Franco, Lynn R G Alves

Resumo


Este estudo de natureza qualitativa teve como objetivo analisar de que forma a série Sex Education pode contribuir para o ensino de temáticas ligadas à sexualidade no ambiente escolar. Para isso, essa narrativa seriada foi apreciada com base em dois instrumentos de análise, suscitando possibilidades formativas de abordar temas vinculados à sexualidade no ambiente escolar com base nas atuais Plataformas de Streaming. Em suma, cada episódio descrito apresentou diferentes temáticas passíveis de serem discutidas em sala de aula a partir de uma linguagem simples, descomplicada, mas não destituída de significado perante a própria complexidade da discussão tanto na área da Educação como da Saúde. A análise realizada destaca que as narrativas seriadas podem se constituir em espaços lúdicos de forma prazerosa para discussão de conceitos e temas que tensionam a vida dos estudantes.


Texto completo:

PDF

Referências


AZUBEL, L., 2018. ANÁLISE FÍLMICO-COMPREENSIVA DA NARRATIVA SERIADA: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA LER O IMAGINÁRIO EM SÉRIES DE TV. REVISTA GEMINIS, V. 9, N. 2, P. 29-45.

BADII, I., 2016. PSICOLOGÍA, BIOÉTICA Y NARRATIVA CINEMATOGRÁFICA: UN ANÁLISIS CUALITATIVO DE PRODUCCIONES DE ESTUDIANTES. REVISTA LATINOAMERICANA DE BIOÉTICA, V. 16, N. 2, P. 16-29.

BONILLA, M.; PRETTO, N., 2015. POLÍTICA EDUCATIVA E CULTURA DIGITAL: ENTRE PRÁTICAS ESCOLARES E PRÁTICAS SOCIAIS. PERSPECTIVA, V. 33, N. 2, P. 499-521.

BRASIL., 1997. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: APRESENTAÇÃO DOS TEMAS TRANSVERSAIS, ÉTICA. BRASÍLIA: MEC/SEF.

BRASIL., 2002. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO +. BRASÍLIA, DF: MEC.

BRASIL., 2017. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. BRASÍLIA, DF: MEC.

CECCARELLI, P., 2012. MITOS, SEXUALIDADE E REPRESSÃO. CIÊNCIA E CULTURA, V. 64, N. 1, P. 31-35.

EIRAS, B., 2007. BLOGS: MAIS QUE UMA TECNOLOGIA, UMA ATITUDE. CADERNOS BAD, N. 1.

HABERMAS, J., 2012. TEORIA DO AGIR COMUNICATIVO: RACIONALIDADE DA AÇÃO E RACIONALIZAÇÃO SOCIAL. SÃO PAULO: WMF MARTINS FONTES.

JARDIM, D.; BRÊTAS, J., 2006. ORIENTAÇÃO SEXUAL NA ESCOLA: A CONCEPÇÃO DOS PROFESSORES DE JANDIRA-SP. REV BRAS ENFERM, V. 59, N. 2, P. 157-62.

JENKINS, H. ET AL., 2014. CULTURA DA CONEXÃO. SÃO PAULO: ALEPH, 2014.

JUNIOR, J. ET AL., 2015. DO CONTEXTO MULTICULTURAL PARA UMA ESCOLA QUE DISCUTE: EDUCAÇÃO SEXUAL. SOPHÍA, N. 18, P. 73-87.

LÉVY, P., 2014. CIBERCULTURA. SÃO PAULO: EDITORA 34.

MATTOS, T.; TOMAZ, T., 2017. FICÇÃO AUDIOVISUAL E BIOÉTICA: UMA ANÁLISE DA COMODIFICAÇÃO DO HUMANO EM ORPHAN BLACK. IN: 40º CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 40., 2017, CURITIBA. ANAIS... CURITIBA: UP, P. 1-14.

MOLINA, A.; SANTOS, W., 2018. EDUCAÇÃO SEXUAL E CURRÍCULO DE CIÊNCIAS/BIOLOGIA: DESAFIOS À PRÁTICA DOCENTE. REVISTA IBERO-AMERICANA DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, V. 13, N. 4, P. 1149-1163.

NOLETO, R., 2016. RELIGIÃO E SEXUALIDADE: DILEMAS CONTEMPORÂNEOS BRASILEIROS. CADERNOS PAGU, N. 46, P. 471-479.

OLIVEIRA, R. ET AL., 2016. LIMITES E POSSIBILIDADES DE UM JOGO ONLINE PARA A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO DE ADOLESCENTES SOBRE A SEXUALIDADE. CIÊNCIA & SAÚDE COLETIVA, V. 21, P. 2383-2392.

SANTOS, M., 2018. A NETFLIX NO CAMPO DE PRODUÇÃO DE SÉRIES TELEVISIVAS E A CONSTRUÇÃO NARRATIVA DE ARRESTED DEVELOPMENT. TESE (DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E CULTURA CONTEMPORÂNEAS) – FACULDADE DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. SALVADOR, P. 220.

SILVA, M.; DIAS, G., 2011. TEORIAS SOBRE ACEITAÇÃO DE TECNOLOGIA: POR QUE OS USUÁRIOS ACEITAM OU REJEITAM AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO?. BJIS, V. 1, N. 2, P. 69-1001.

TEIXEIRA, F. ET AL., 2018. CORPO, AFECTO E SEXUALIDADE: UMA EXPERIÊNCIA DA ABORDAGEM DAS SEXUALIDADES A PARTIR DAS ARTES. REVISTA DE PSICOLOGIA DA UNESP, V. 5, N. 1, P. 1-15.

ZUBOFF, S., 2019. THE AGE OF SURVEILLANCE CAPITALISM: THE FIGHT FOR THE FUTURE AT THE NEW FRONTIER OF POWER. NEW YORK: PUBLIC AFFAIRS.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.