Estratégias de Aprendizagem Através de Jogos Eletrônicos: Experimentando e Formulando Hipóteses em Videogames

Ritaciro Cavalcante da Silva

Resumo


Neste trabalho, interpreto, a partir de falas dos alunos- participantes, como acontece a experimentação dentro do videogame, como os alunos-participantes realizam esta experimentação, e quais são as implicações dela para a aprendizagem de língua inglesa. A metodologia usada foi a pesquisa narrativa, que valoriza a experiência pessoal dos participantes, que se refletem nas escolhas no jogo. Discuto também o papel do erro na aprendizagem do videogame e da língua inglesa.


Texto completo:

PDF

Referências


AARSETH, E. Cybertext: Perspectives on Ergodic Literature. Baltimore, EUA: Johns Hopkins University Press, 1997.

BOGOST, I. How to do Things With Videogames. Minneapolis: University of Minnessota Press, 2011.

CAILLOIS, R. Os Jogos e os Homens: A Máscara e a Vertigem. Tradução de José Garcez Palha. Lisboa, Portugal: Cotovia Ltda., [1958]1990.

CLANDININ, J. & CONNELY, M. Narrative Inquiry: Experience and Story in Qualitative Research. San Francisco: Jossey-Bass, 2000.

EDWARDES, M. Playing Other Games With Language. Martin Edwardes, June through August 2002. Disponível em: http://martinedwardes.webplus.net/dox/playing_ _language_games.pdf. Acesso em 30 jan 2015.

GEE, J. P. Science, Literacy, and Video Games: Situated Learning. Science Education as a Pathway to Teaching Language Literacy, 2010, pp.1–13. http://edweb.sdsu.edu/i2techscie/pdf_3/GeeSituated_Scie nce.rev.pdf. Acesso em 30 jan 2015.

HUIZINGA, J. Homo Ludens: O Jogo como Elemento da Cultura. Tradução de João Paulo Monteiro. São Paulo: Editora Perspectiva, [1938]2007.

LEFFA, V. et al. Quando jogar é aprender: o videogame na sala de aula. In: Rev. Est. Ling., Belo Horizonte, v . 20, n. 1, p. 209-230, jan./jun. 2012. Disponível em: http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/relin/arti cle/view/2579/2531. Acesso em 30 nov 2014.

MARZARI, G. et al. Ensino de Leitura em Inglês como Língua Estrangeira: Algumas Reflexões. E-scrita: Revista do Curso de Letras da UNIABEU. Nilópolis, v.4, Número 2 , Especial, pp. 188-203, 2013. Disponível em: http://www.uniabeu.edu.br/publica/index.php/RE/article/ view/838/pdf_382. Acesso em 11 jan 2015.

MCGONIGAL, J. Reality is Broken: Why Video Games Make Us Better and How They can Change the World. London: Vintage Books, 2012.

SALEN, K. Gaming Literacies: A Game Design Study in Action. Journal of Educational Multimedia and Hypermedia, Vol. 3, no 16, pp. 301-322, 2007.

SAUSSURE, F. Curso de Linguística Geral. Tradução de Antônio Chelini, José Paulo Paes, Izidoro Blikstein. São Paulo: Cultrix, [1913] 2006.

STORTO, A. “Mas Eu Não Aprendi Inglês Assim!” (Des)venturas de um Gamer em Língua Estrangeira. Revista Soletras, no 26, UERJ, 2013, pp. 138-151.

TEWS, R. Overview of the Psychological Theories Related to Gameplay. In: WOLF, Mark (ed.) The Medium of the Video Game (pp. 173-181) Austin, EUA: University of Texas Press, 2001.

VIDAL, C. Multimodalidade e Traduções Funcionais para Investigar a Aquisição de Segunda Língua em Gamers. Tese (Doutorado) – Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.