Oralidade e diáspora africana

Leandro Alves de Araújo

Resumo


Resumo: A Diáspora africana — também conhecida como Diáspora negra — deixou marcas profundas e indeléveis na construção das identidades negras no Brasil. Tais marcas atravessaram o Atlântico, resistiram (em alguma medida) ao processo de aculturaçãoimposto pelos colonizadores e, mesmo vulnerável àstransformações impostas pelo tempo, ainda hoje podem ser percebidas através das memórias, performances, oralidade (recorte deste artigo) e variadasmanifestações culturais que, embora reinventadase/ou reelaboradas, trazem em seu bojo aspectos doinconsciente ancestral africano, como sintetiza PaulGilroy (2002), ao dizer: “Nunca fomos meramentemúsculos, pois trouxemos conosco nossas tradições”.O objetivo deste artigo não se propõe esgotar e/outentar concluir, de alguma maneira, este tema. Tantoa oralidade quanto a Diáspora negra são densos campos de estudos com valiosas produções nas mais diversas áreas do conhecimento. Intenta-se aqui discutir alguns aspectos importantes do universo daoralidade africana e possíveis intersecções diaspóricas; bem como fomentar novos estudos, produções eimersões discursivas.

Palavras-Chave: Oralidade. Diáspora Africana. Crítica-cultural.


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