RANKINGS: ESTRATÉGIA DE DEFESA DA UNIVERSIDADE PÚBLICA?

Lara Carlette Thiengo, Lucídio Bianchetti, Maria Lourdes Almeida Pinto

Resumo


Neste artigo analisamos os limites da utilização de rankings para construir
argumentações em defesa da universidade pública brasileira frente às tentativas
de desqualificá-la. Objetivamos responder as seguintes questões: quais são os
principais rankings veiculados e quais indicadores compõem as suas respectivas
métricas? Quais são os limites dessas tabelas classificatórias apontados pela
literatura acadêmica e pelos meios de comunicação? De que maneira, nos
discursos midiáticos, são utilizados os resultados dos rankings para defender/
atacar a universidade pública? Que argumentações são utilizadas? Neste
contexto resulta preocupante o fato de o atual governo sequer considerar, em
suas decisões e proposições, os informes, embora parciais e imprecisos, sobre a
posição das universidades brasileiras nos rankings. Em termos metodológicos,
utilizamos a análise da métrica de dois reconhecidos rankings internacionais e
matérias jornalísticas, relacionadas ao tema, publicadas no ano de 2019.


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DOI: http://dx.doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2019.v28.n55.p28-42

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e-ISSN: 2358-0194

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 Educação - A2

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